Acordar cedo é ruim para os estudantes?

Educação

Acordar cedo é ruim para os estudantes?


por Gilberto Dimenstein*


[caption id="attachment_86539" align="alignleft" width="117" caption="Dica de Leitura: Sono e Saúde - Rubens Reimão"][/caption] Conheci na semana passada uma experiência numa escola de segundo grau de Nova York chamada P-Tech, voltada a alunos problemáticos. Uma das medidas para facilitar o desempenho escolar era bem simples: deixar que os adolescentes dormissem mais. Ou seja, podiam chegar mais tarde, em torno das 10 horas –e compensariam as horas “perdidas” na parte da tarde. Essa experiência é consequência de descobertas da neurociência, que mostra que o relógio biológico dos adolescentes é diferente. Eles precisam de mais sono. Experiências estão mostrando que deixá-los mais tempo na cama faz com que sejam alunos mais atentos, com melhores notas. * Gilberto Dimenstein é colunista e membro do Conselho Editorial da Folha de S.Paulo, comentarista da rádio CBN, e fundador da Associação Cidade Escola Aprendiz. ** Publicado originalmente no site Portal Aprendiz.

redacao Educação

Erros de português serão punidos com maior rigor no Enem 2013

Brasília - O Ministério da Educação fez alterações no edital deste ano do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) tornando-o mais rigoroso. Uma das medidas é que as redações com inserções indevidas serão zeradas. Outra mudança prevê que serão aceitos apenas desvios gramaticais excepcionais e que não caracterizem reincidência. Antes, eram permitidos "escassos" desvios. A correção das redações será mais rígida. A expectativa é que uma a cada três redações irá para um terceiro corretor, antes o índice era aproximadamente 21%. Isso ocorrerá quando houver uma discrepância de mais de 100 pontos entre as notas dos dois primeiros corretores. No ano passado, a discrepância tinha que ser de mais de 200 pontos para que fosse encaminhada a um terceiro avaliador. O edital também prevê maior rigor para os corretores, que terão mais horas de capacitação e serão acompanhados e avaliados. Eles poderão ser dispensados inclusive durante a correção. Segundo o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, as mudanças foram implantadas porque as regras aplicadas anteriormente não mostraram resultado satisfatório. Apesar do maior rigor, sobre as questões gramaticais, Mercadante diz que caberá à banca considerar o erro uma exceção ou não. "A regra é clara, mas a interpretação do juiz nem sempre é um consenso. Tem um grau que compete à banca, não tem como prever o grau que será aceito ou não. O que podemos dizer é que será mais rigoroso", diz. Ele explicou também que tanto para a nota máxima na redação, que é mil, quanto para erros gramaticais considerados exceção será preciso uma justificativa dos avaliadores. Outra novidade é que será divulgado no cartão de inscrição um telefone pelo qual candidatos com alguma condição especial (gestantes, pessoas com deficiência) serão orientados. Essa edição trará também dois modelos de prova com letra maior - uma com fonte tamanho 18 e outra 24. Os candidatos com renda mensal per capita de até 1,5 salário mínimo estão isentos da taxa de inscrição. Antes, eram isentos apenas aqueles com renda de até um salário mínimo per capita. Os estudantes de escolas públicas continuam sem ter de pagar pela inscrição. Mercadante desmente a intenção de cobrar a taxa daqueles que faltarem à prova, mas ressalta que o gasto é calculado pelo número de inscrições. "Apelo para aqueles que se inscreverem para que realmente façam o Enem. Os custos levam em conta os inscritos e temos tido uma diferença importante". No ano passado, foram 5,8 milhões de inscritos. Desses, 4,3 milhões fizeram a prova. As inscrições começam na próxima segunda-feira (13) até e vão até o dia 27 de maio. Os candidatos podem pagar a taxa de inscrição até o dia 29 de maio. As provas serão aplicadas nos dias 26 e 27 de outubro. Os portões serão abertos às 12h (horário de Brasília). * Edição: Carolina Pimentel. ** Publicado originalmente no site Agência Brasil.


por Mariana Tokarnia, da Agência Brasil
Foto: udra11 / Fotolia Educação

Documentário retrata autonomia na educação

Experiências educativas nacionais estão buscando em elementos como autonomia, liberdade, afetividade, felicidade, artes, diversão e bons educadores o segredo para mudar o modelo tradicional de ensino no país. Com a proposta de ajudar professores, especialmente de escolas mais conservadoras, a pensarem em alternativas e novas maneiras de ensinar, três jovens decidiram pesquisar e registrar iniciativas educacionais que seguem essas ideias. O mapeamento deu origem ao documentário independente Quando Sinto Que Já Sei, que será lançado no segundo semestre deste ano. O filme conta com cerca de 50 entrevistas com crianças e jovens que estudam em escolas com modelos inovadores, e também com conversas entre pais, educadores, professores, diretores e especialistas de sete projetos educativos que estão apontando novos caminhos para a educação brasileira. O documentário foi idealizado pelo estudante de engenharia Antonio Sagrado Lovato, 23, que, em 2012, ao lado de mais dois amigos, percorreu o Brasil captando diferentes experiências, como escolas democráticas, de educação integral, entre outras. Muitas delas, inclusive, já passaram aqui pelo Porvir, como o Projeto Âncora, em Cotia, as escolas Amorim Lima e Politeia, em São Paulo, e o Projeto Gente, no Rio de Janeiro. Além de especialistas entrevistados, como o educador e folclorista Tião Rocha, Rafael Parente, subsecretário de novas tecnologias educacionais da Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro, e Helena Singer, diretora da Associação Cidade Escola Aprendiz, instituição pioneira no desenvolvimento da educação integral. [caption id="attachment_86483" align="aligncenter" width="630" caption="Foto: udra11 / Fotolia"][/caption]   “Nossa intenção é promover e aquecer o debate em torno do atual momento da educação no Brasil, buscar e apresentar modelos, que se baseiam na participação e autonomia, para mostrar que existem experiências acontecendo, que podem ser replicadas”, afirma Lovato. Agora, com todas as entrevistas realizadas, seu próximo passo é arrecadar, até o dia 20 de maio, R$ 44 mil necessários para a pós-produção do filme. Para conseguir o recurso, o jovem iniciou uma campanha na plataforma de financiamento coletivo no Catarse. O valor inclui gastos com locação e aquisição de equipamentos, viagens da equipe para gravações, distribuição independente e a finalização do filme. Como parte do pré-lançamento do documentário, Lovato também pretende realizar uma série de encontros, por meio de saraus e seções de filmes em escolas públicas, onde exibirá o Imagine a School… Summerhill (Imagine uma escola… em tradução livre). O documentário inglês, que leva o nome da escola criada nos Inglaterra há mais de 90 anos, retrata a instituição mais antiga do mundo a adotar o modelo de educação democrática. A proposta dos encontros é falar sobre experiências como essas ao redor do mundo e, especialmente, no Brasil. Nos últimos cinco anos, Lovato vem se dedicando à pesquisa de modelos não-convencionais pelo mundo. Em 2011, depois que ganhar de uma bolsa de intercâmbio na Europa por conta de um trabalho ligado à gestão cultural, um de seus primeiros destinos foi a Escola da Ponte, em Portugal. Lá, viu de perto o trabalho da instituição que é referência mundial na educação democrática. “Fiquei encantando com tudo aquilo”, diz. No entanto, antes disso, foi buscar inspirações também em terras brasileiras. Viajou para a cidade de Sacramento, em Minas Gerais, onde afirma ter sido instalada a primeira experiência educacional alternativa do país. A escola, datada de 1907, foi criada pelo educador e político Eurípedes Barsanulfo (1880-1918), figura desconhecida pela maioria das pessoas. “Pouca gente o conheceu, na verdade. O colégio foi muito inovador para a época. Não havia seriação e tinha até aulas de astronomia”, diz Lovato. “O [José] Pacheco disse que se tivesse sido europeu seria uma das principais referências no mundo”, afirma. * Publicado originalmente no site O Porvir. 


por Vagner de Alencar, do Porvir
crédito drx / Fotolia Educação

ONG recruta universitários para ensinar inglês

Nada de ficar no verbo to be. Crianças e adolescentes de oito comunidades de baixa renda em São Paulo e no Rio de Janeiro estão aprendendo língua inglesa a partir da cultura e arte locais, como tocar violão, produzir pinturas, criar bonecos. O aprendizado tem abordado também aspectos de caráter mais profissionalizante, como montar um currículo, escrever e-mails e realizar chamadas telefônicas. O curso, que é praticamente gratuito, é realizado pela ONG Cidadão Pró-Mundo, na qual estão envolvidos 300 jovens voluntários, em sua maioria universitários, que dão aulas com o apoio de materiais didáticos e de formação dada pela Cambridge University Press, parceira da organização sem fins lucrativos. A experiência, inclusive, virou um documentário que será lançado hoje, produzido pela People of Change, iniciativa que documenta o trabalho de ONGs e pessoas que desenvolvem ações em comunidades do mundo inteiro. O filme mostra, a partir da perspectiva dos estudantes, como o aprendizado do idioma inglês vem transformando suas vidas. Essas transformações ocorrem não apenas na parte linguística, mas também os ajudam a se tornarem menos inibidos a falar em público. A Cidadão Pró-Mundo ajuda a desenvolver a autoestima de seus alunos. “Essa iniciativa está permitindo ressignificar a educação não apenas para as crianças e os jovens dessas comunidades, mas para toda a família”, afirma Sarah Morais, coordenadora de projetos da ONG Cidadão Pró-Mundo, que também lança hoje a Campanha Adote um Aluno, que pretende formar uma rede de pessoas que “adotem” alunos dessas comunidades. [caption id="attachment_86561" align="aligncenter" width="630" caption="Foto: drx / Fotolia"][/caption]   A ideia é que os interessados possam contribuir mensalmente com R$ 15 por aluno, R$ 30 por dois alunos-irmãos, uma família R$ 60, ou R$ 300, por uma turma. Atualmente, 800 estudantes participam do curso de inglês. O intuito é ampliar esse número, que, segundo Sarah, tem uma demanda do dobro de vagas oferecidas. A iniciativa nasceu no bairro do Capão Redondo, na zona sul de São Paulo, há 15 anos. De lá para cá, expandiu para outras comunidades: Real Parque e Monte Azul, periferias também na zona sul, e João XXIII, na zona oeste. Além de Diadema, na Grande São Paulo, e em bairros do Rio de Janeiro. Para participar das aulas, as crianças precisam ter, no mínimo, 11 anos, serem alfabetizadas e oriundas de famílias de baixa renda. Para o custeio dos livros, os estudantes podem pagar uma taxa voluntária de R$ 60. As aulas acontecem aos fins de semanas em ONGs ou em escolas que desenvolvem programas educativos, como o Escola da Família, na qual estudantes universitários realizam atividades com os estudantes locais”, afirma Sarah. No curso, os estudantes são separados por turmas, de acordo com idade e nível, do básico ao avançado. As aulas acontecem normalmente em meio a conversas relacionadas à sustentabilidade, globalização etc. apoiadas pelo material didático. “O mais importante é o estimulo à própria educação”. Por meio de rodízios mensais, quatro professores se revezam para dar aulas para uma mesma turma. O programa de ensino é compartilhado por meio do DropBox, sistema que armazena arquivos remotamente. “Isso [a dinâmica de salvar documentos na nuvem] permite que o professor tenha um feedback anterior ao do outro voluntário e consiga acompanhar o desenvolvimento da turma, ou até mesmo de cada aluno”, diz. Antes do início das aulas, os professores participam de treinamentos obrigatórios, na própria unidade de ensino, além de dinâmicas com os alunos. [caption id="attachment_86563" align="aligncenter" width="630" caption="Foto: Divulgação"][/caption]   All Together Now Uma dessas voluntárias é Beatriz Tavares, que decidiu dividir seu tempo como administradora de sua empresa de roupas e as aulas de inglês, no bairro João XXIII, aos domingos. Incomodada em basear suas aulas apenas no conteúdo dos livros anteriores aos de Cambrigde, Beatriz decidiu criar o projeto Teens, que trabalha o ensino do idioma de maneira mais lúdica. Como parte da metodologia estão encenações teatrais por meio de situações cotidianas. “Fazia muito mais sentido ensiná-los que gato se chama cat, em inglês, quando percebemos ele tinha um animal em casa. Notamos também que era necessário um ensino mais estimulante, para que as crianças saíssem de suas casas, aos domingos. Elas estavam sem ânimo ao aprender apenas os conteúdos do livro”, afirma Beatriz. No fim do ano passado, por exemplo, os alunos criaram um videoclipe para revisar os assuntos trabalhados. A partir da música All Together Now, dos Beatles, cada grupo da turma de Beatriz recebeu um conjunto de frases da música nas quais precisavam encenar as cenas que lhe foram propostas. Para isso, além de aprender a música e seu significado, reviram os temas e elaboraram encenações para ilustrar a canção. “Foi um jeito divertido de aprender o idioma, além de permitir às crianças que se tornem agentes do próprio aprendizado”, diz Beatriz. Veja documentário: * Publicado originalmente no site O Porvir.


por Vagner Alencar, do Porvir
ensino Educação

Mais de 50% das crianças no Paraguai não conseguem terminar o ensino básico

Mais de 50% dos estudantes no Paraguai não terminam o ciclo do ensino básico, segundo um informativo oficial, que acrescentou que essa situação se deve a que um importante setor da população não tem acesso à instrução formal, que agrava o cenário pedagógico da nação. A documentação detalhou que só três de cada 10 estudantes que ingressaram na primeira série em 1999 conseguiram completar os novos anos requeridos da Educação Escolar Básica em 2007. Além disso, entre os estudantes que conseguem se matricular na Educação Media, 70% completou no ano 2010 este nível, o que implica uma alta taxa retenção. Da mesma maneira, existe uma importante quantidade de jovens entre 13 e 17 anos que não estão matriculados no nível educativo que corresponde à sua idade, colocando o Paraguai entre os países com menor taxa de escolarização secundária na região. Quanto ao acesso à academia, segundo estimativas em base de dados da Pesquisa Permanente de Lugares, aproximadamente 60 mil crianças entre cinco e 11 anos não tiveram a possibilidade de frequentar a escola em 2010. O estudo também acrescentou que existem uns 170 mil adolescentes com idades entre 12 e 17 anos fora do sistema educativo. No entanto, asseguram que se nota uma discriminação constante destas porcentagens. A taxa de conclusão da educação media subiu três pontos percentuais no período analisado. Contudo, se indicou que teve um leve progresso entre 2005 e 2010. O informativo do Preal é o primeiro realizado no país e tem como objetivo monitorar o estado e progresso de acesso, a qualidade e a equidade da educação nacional. Alguns resultados obtidos durante o governo do presidente Fernando Lugo, a partir de 2008 e antes de sua expedita destituição, implicaram alguma revisão das políticas educativas vigentes até esse momento, algo reconhecido nas investigações mencionadas. * Publicado originalmente no site Adital.


por Redação do Edital
Desenvolvido por empresa apoiada pelo Programa Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (PIPE) da FAPESP, objeto facilita a escrita e a leitura em braille. Foto: divulgação Educação

Novo instrumento reduz tempo de aprendizado de braille

[caption id="attachment_86589" align="alignleft" width="200" caption="Desenvolvido por empresa apoiada pelo Programa Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (PIPE) da FAPESP, objeto facilita a escrita e a leitura em braille. Foto: divulgação"][/caption] Agência Fapesp – A empresa Tece, fundada por uma bióloga que fez mestrado em Educação e atualmente realiza doutorado na Universidade Estadual Paulista (Unesp), desenvolveu uma nova versão de um instrumento de escrita manual para deficientes visuais – chamado reglete positiva – que diminui em 60% o tempo de aprendizado do sistema de escrita e leitura braille. Apoiada pelo Programa Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (PIPE), da Fapesp, a empresa já iniciou a comercialização do produto no Brasil e tem planos de exportá-lo. “Ao todo, o processo de desenvolvimento do produto e de testes em instituições que atendem pessoas com deficiência visual levou seis anos”, disse Aline Picolli Otalara, fundadora da empresa, à Agência Fapesp. De acordo com a pesquisadora, a reglete convencional existe desde 1837, quando o francês Louis Braille (1809-1852) apresentou a primeira versão do instrumento, composto por duas placas de metal ou plástico, do tamanho de pequenas réguas escolares, fixas uma na outra por meio de uma dobradiça na lateral esquerda e com um espaço entre elas para permitir a introdução de uma folha de papel. A placa superior possui diversos retângulos vazados, correspondentes aos espaços de escrita em braille (denominadas celas braille). Já a placa inferior tem celas braille com seis pontos côncavos (em baixo relevo) em cada uma delas. Ao introduzir um instrumento (chamado punção) com uma ponta côncava dentro de cada retângulo vazado da placa superior da reglete, pressiona-se a folha de papel entre as duas placas contra os pontos côncavos dispostos na placa inferior para formar o símbolo braille correspondente às letras, números ou qualquer outro caractere que se deseja escrever. Com a folha virada do lado contrário ao que foi inserida na reglete, os deficientes visuais conseguem identificar, por meio da leitura tátil, os pontos em relevo formados pela pressão exercida pela punção na folha de papel. Um dos problemas apresentados por esse dispositivo convencional, no entanto, é que, em razão de os pontos serem escritos em baixo relevo e a leitura ser realizada em alto relevo, a escrita é iniciada do lado direito e os caracteres são escritos espelhados de modo que, quando a folha é virada para a leitura (realizada da esquerda para direita), os caracteres estejam do lado correto. Além disso, no Sistema Braille diversas letras são o reflexo invertido de outras. “Isso gera um esforço maior de quem está aprendendo o sistema braille, porque ele tem de aprender um alfabeto para ler e outro para escrever”, afirmou Otalara. A fim de solucionar o problema, em 2007, por meio de um projeto apoiado pelo PIPE, a empresa fundada pela pesquisadora desenvolveu uma reglete esteticamente similar ao instrumento convencional, que possibilita escrever os pontos já em alto relevo. Para isso, ao contrário da reglete convencional, a placa inferior do instrumento possui os seis pontos em cada cela braille na forma convexa (em alto relevo). Para marcá-los, a Tece desenvolveu um instrumento de punção similar a uma caneta sem ponta e com concavidade fechada que, ao ser pressionado sobre a folha de papel entre as duas placas da reglete, forma os pontos já em alto relevo. Dessa forma, o usuário pode começar a escrever da esquerda para a direita, porque não é necessário virar a folha para ler o que foi escrito. Além disso, precisa aprender um único alfabeto tanto para ler como para escrever em braille. “Nós desenvolvemos ao longo do projeto diversos protótipos do produto para avaliar alguns problemas técnicos causados por essa inversão na escrita braille”, disse Otalara. Desafios Um desses problemas técnicos, segundo a pesquisadora, é que os seis pontos em cada cela braille são muito próximos uns dos outros. Ao marcar um ponto convexo com a punção com a cavidade fechada para fazer um símbolo braille já em alto relevo, se formava um ponto “fantasma” que gerava dificuldade de leitura pelos deficientes visuais. Na primeira fase do projeto, os pesquisadores da empresa criaram diversos protótipos, com diferentes distâncias entre os pontos, e realizaram uma série de testes de leitura dos textos escritos com o novo instrumento. “O surgimento desses ‘pontos fantasmas’ foi o fator que tinha impedido, até então, o desenvolvimento desse material”, disse Otalara. “Todas as tentativas anteriores de desenvolver uma reglete que já escreve em alto relevo fracassaram porque não conseguiram superar essa etapa”, afirmou. Curso na Unesp Por meio de outro projeto, também com apoio do PIPE, a empresa realizou um curso de Sistema Braille para avaliar o tempo de aprendizado dos participantes por meio da reglete que desenvolveram. O curso foi realizado com alunos do curso de licenciatura em pedagogia da Unesp de Rio Claro porque, de acordo com Otalara, era difícil encontrar alunos com deficiência visual que ainda não tivessem tido contato com a reglete comum. Por outro lado, os estudantes de pedagogia representam o maior público usuário desse tipo de material. “Há um número muito maior de professores aprendendo Sistema Braille do que, de fato, deficientes cegos”, estima a pesquisadora. Os pesquisadores constataram que, com a reglete que desenvolveram, foi possível reduzir em 60% o tempo de aprendizado do Sistema Braille pelos futuros educadores. Com isso, de acordo com Otalara, é possível diminuir o investimento em formação de professores, facilitar o aprendizado e aumentar o interesse do público, em geral, em aprender o Sistema Braille. “Há uma impressão muito negativa sobre o Sistema Braille. As pessoas já imaginam que é difícil aprender e, quando viam que tinham de aprender a escrever ao contrário, o estigma, principalmente por parte de professores e crianças, aumentava ainda mais”, disse Otalara. O produto foi batizado pela empresa de “reglete positiva”, porque, no ensino de braille, os pontos em baixo relevo, que não aparecem no momento da escrita, são chamados pontos negativos. Já os pontos em alto relevo – legíveis e sensíveis ao toque com a folha virada do lado contrário ao que os pontos foram marcados pela punção escrita – são chamados de pontos positivos. Máquina de escrever em braille Alguns dos resultados do projeto da reglete positiva serão utilizados pela empresa para desenvolver, também com apoio do PIPE, uma máquina de escrever em braille. Muito utilizado por pessoas com deficiência visual tanto em sala de aula como no mercado de trabalho, o equipamento é relativamente caro – custa em torno de R$ 2 mil –, ainda não há nenhum fabricado no Brasil e sofreu poucas variações desde que foi criado. A empresa brasileira pretende desenvolver uma versão nacional do produto, torná-lo mais viável economicamente e melhorar alguns aspectos técnicos, como peso e design, para diminuir o esforço do usuário para manuseá-lo e transportá-lo. Para desenvolver o protótipo, a empresa fez uma parceria com o Centro de Tecnologia da Informação (CTI) Renato Archer, de Campinas, que possui um centro de prototipagem e um laboratório de tecnologia assistiva. As seis teclas correspondentes aos pontos braille e o material impresso pelo equipamento seguirão o padrão da reglete positiva desenvolvida pela empresa. Apesar de ser um pouco maior do que o utilizado na escrita em braille em baixo relevo (negativa), o novo padrão facilita a leitura tátil. “Como os pontos são um pouco mais ‘gordinhos’, eles são mais parecidos com o braille impresso em livros”, comparou Otalara. “Por isso, são mais fáceis de serem lidos por meio da leitura tátil”, afirmou. O desenvolvimento da reglete positiva resultou em um pedido de patente, que está em processo de avaliação. O produto é vendido no site da empresa – que possui recursos de navegação para pessoas com deficiência visual – e em lojas especializadas. * Publicado originalmente no site Agência Fapesp.


por Elton Alisson, da Agência Fapesp
Foto: Sharon Drummond Educação

Biblioteca: Banco Mundial disponibiliza acervo virtual gratuito

[caption id="attachment_85798" align="alignleft" width="300" caption="Foto: Sharon Drummond"][/caption] Através do site do Open Knowledge Repository (Repositório de Conhecimento Aberto, em português), é possível escolher e fazer o download gratuito de qualquer pesquisa e produção do Banco Mundial. Desde julho de 2012 o acervo da instituição está disponível através da licença Creative Commons. A biblioteca virtual possui mais de dois mil livros, artigos, relatórios e documentos de pesquisa. “Conhecimento é poder. Tornar nosso conhecimento amplamente e prontamente disponível vai dar às pessoas mais recursos para que encontrem soluções para os problemas do mundo”, declarou em nota o presidente do Banco Mundial, Roberto B. Zoellick. As publicações estão sob a licença CC BY, do Creative Commons, que permite o reuso, remix e redistribuição de conteúdos, mesmo com finalidade comercial, desde que seja dado o crédito ao autor. A expectativa agora é de que as versões em papel de trabalhos do Banco Mundial também sejam licenciadas em Criative Commons. O Repositório já dispõe de livros e documentos desde 2009, em várias áreas e de vários lugares do mundo, incluindo textos do World Development Report, dois jornais do Banco Mundial, o World Bank Economic Review (WBER) e o World Bank Research Observer (WBRO). - Acesse o Repositório de Conhecimento Aberto - * Publicado originalmente no site EcoD. 


por Redação do EcoD
Edutainment une pedagogia e entretenimento. Foto: Ariel Martini / Flickr Educação

Edutainment, a união entre educação e entretenimento

Acredito que você já tenha ouvido falar em educomunicação, termo criado por meio da união entre educação e comunicação. Ou então em edtech, sigla, em inglês, que se refere à junção de educação e tecnologia. Conceitos como esses, que unem educação com alguma outra área, já vêm se tornando bastante populares, enquanto outros, ainda timidamente, tentam marcar presença. É o caso do edutainment, metodologia criada a partir da junção das palavras education (educação) + entertainment (entretenimento), que usa elementos divertidos, como games, filmes, seriados de TV, aparelhos móveis e até robôs inteligentes, desenhados para se tornarem educativos. “Muitas pessoas associam o edutainment a uma ferramenta tecnológica, quando na verdade o que deve estar por trás de qualquer robô ou jogo carismático é a metodologia que ele desenvolve, que precisa ajudar o professor a melhorar a curva de aprendizado de seus alunos”, afirma Antônio Valério Netto, cofundador e diretor de educação e tecnologia da XBot, uma das primeiras empresas brasileiras criadas para fabricação e comercialização de robôs móveis inteligentes para a área de edutainment. [caption id="attachment_85745" align="aligncenter" width="530" caption="Edutainment une pedagogia e entretenimento. Foto: Ariel Martini / Flickr"][/caption]   Especialistas no tema afirmam que, além de atrair e prender a atenção dos estudantes, a ideia é também ajudar a reduzir a evasão escolar. Isso acontece porque a metodologia aumenta a motivação e engajamento dos alunos, contribuindo para uma aprendizagem mais eficaz. Para Netto, a metodologia surgiu ao aproveitar as três principais ações que as pessoas desenvolvem quando se entretém (envolvimento, interação e imersão) a favor do aprendizado. “O edutainment ajuda a converter as aulas chatas em algo agradável e divertido. Jogos, robôs e outros materiais mais lúdicos também podem contribuir para uma outra dinâmica de ensino, já que podem motivar mais os alunos e trazer uma nova mudança ao aprendizado, normalmente forçado, para algo espontâneo”, afirma ele que, nos últimos seis anos, tem se dedicado à produção de robôs inteligentes que são utilizados por estudantes do ensino fundamental e até por pesquisadores. Um deles é o RoboDeck, uma espécie de plataforma robótica que pode ser usada em sala de aula para ensinar, desde alunos de ensino técnico à pós-graduação, que estudam linguagem de programação, robótica, sistema digitais, software, entre outras, de modo experiencial. “Uma das principais vantagens do uso do edutainment é tornar o professor um designer de planos de aulas, não trabalhar de forma conteudista, mas utilizar a prática para melhorar competência, ou seja, mudar a forma como a informação é passada ao estudante.” Com robôs, games e softwares cada vez mais inovadores, se engana quem acredita que o conceito é novo. O primeiro uso do termo surgiu no fim da década de 40 quando a Walt Disney Productions passou a produzir documentários focados no entretenimento educativo. Na televisão, a série Sesame Street, criada nos anos 70 e conhecida no Brasil como Vila Sésamo, é outro exemplo do edutainment. No programa, criado nos Estados Unidos e expandido para 120 países, fantoches à la personagens dos Muppets ensinam às crianças lições de matemática, leitura, cores, dias da semana e números. A partir dos anos 90, por conta da disseminação dos jogos e do computador, a metodologia passou a ser usada em maior escala. “No exterior, o termo já é algo ‘batido’. Aqui no Brasil muita gente sequer sabia do que se tratava. No passado, havia uma forte negação por partes do professores, que se sentiam coadjuvantes no processo educativo, já que principalmente os softwares educativos começaram a ser adotados em uma escala maior”, diz Netto, que espera que no futuro o conceito seja mais difundido e adotado pelas instituições. “Uma das principais vantagens do uso do edutainment é tornar o professor um designer de planos de aulas, não trabalhar de forma conteudista, mas utilizar a prática para melhorar competência, ou seja, mudar a forma como a informação é passada ao estudante.” Mas se no passado, professores viam o edutainment como que algo que tirasse seu papel de protagonista no ensino, na visão de Netto, hoje, a aceitação é maior. Muitos deles, inclusive, estão adotando a metodologia baseada no conceito de blended learning ­ – ou ensino híbrido –, usando as atividades e materiais lúdicos, como games, simuladores e outros recursos, para planejar suas aulas tanto de modo presencial quanto on-line. “É uma nova forma de passar conteúdo, que pode contribuir para melhorar a curva de aprendizado dos alunos”, pontua Netto. * Publicado originalmente no site O Porvir.


por Vagner de Alencar, do Porvir
Eduaqtivo capacita professores para usar arte a favor da educação. Foto: Raquel Ribeiro Educação

Arte urbana para aproximar professores e alunos

[caption id="attachment_85735" align="aligncenter" width="530" caption="Eduaqtivo capacita professores para usar arte a favor da educação. Foto: Raquel Ribeiro"][/caption]   Falar sobre as pinturas de Picasso, mas sem deixar de mencionar Speto, famoso grafiteiro brasileiro que cria sua arte inspirado tanto no pintor espanhol quanto nos cordéis. Ensinar química a partir das composições das tintas ou das influências que elas sofrem por conta da ação do tempo. São inúmeras as formas de levar a arte urbana para dentro da sala de aula, por meio de diferentes disciplinas. E para que as linguagens artísticas sejam levadas ao currículo escolar, um projeto realizado pela ONG Eduqativo – Instituto Choque Cultural, que desenvolve iniciativas baseadas no conceito da educomunicação aplicado à arte, está capacitando professores para trabalhar a arte urbana com os jovens em sala de aula. O curso gratuito Linguagens Artísticas para Professores que acontece em maio, em SãoPaulo, vai abordar conceitos teóricos sobre a história da educação e da arte contemporânea, além de levantar discussões sobre como aplicar e desenvolver projetos sobre o tema com os estudantes. Segundo Raquel Ribeiro, educadora há mais de 20 anos e atual coordenadora da ONG Eduaqtivo, o objetivo é, principalmente, discutir e apontar para os professores como trabalhar essas linguagens artísticas já familiares aos jovens. A ideia é orientar os educadores sobre como usar as diferentes culturas juvenis (grafite, skate, hip-hop, rock etc.) como ponte para realizar mudanças em sala de aula, ajudando a aproximar os educadores dos estudantes, além de criar novas metodologias educativas. “Muitos materiais didáticos com foco na arte urbana estão entrando no currículo escolar. Mas o professor, que ainda tem uma visão muito paradigmática dos jovens, não consegue muitas vezes se comunicar e trabalhar com eles, que estão num momento de transição em suas vidas”, afirma. De acordo com ela, a própria escola ao longo da sua história e de sua formalidade foi se distanciando do universo do jovem pela forma clássica de ensinar e de se organizar. Um exemplo disso são os próprios espaços físicos. “Até hoje, muitas escolas públicas, principalmente, carregam o mesmo visual de organização institucionalizada, com paredes metade de uma cor, metade de outra. Esse é o mesmo tipo de pintura de outras instituições, como hospitais e presídios”, diz. Para fornecer diferentes instrumentos aos professores, a capacitação será realizada em momentos teóricos, voltados à discussão, e a um último com atividades práticas. Nos dois primeiros, os educadores terão acesso a conteúdos teóricos, passando pela história da educação e da arte contemporânea, como porta de entrada para entender como reformular novas linguagens na educação. Raquel diz que esses bate-papos servirão especialmente para ajudar os professores a quebrar os paradigmas que carregam do jovem, que, diferente de antes, está mais conectado com o mundo. “Muitos educadores acreditam que esses adolescentes não se aprofundam nas coisas, por exemplo. Ao contrário, o jovem de hoje fala com três pessoas ao mesmo tempo, está no Facebook, assistindo TV e ouvindo música, o que demanda dele uma conexão mental muito grande para processar tudo isso”, diz. Além das discussões, que visam tirar o rótulo negativo que os educadores têm de muitos jovens, durante o último encontro da formação, os professores terão contato com artistas que desenvolvem arte urbana, além de experimentar técnicas que vão desde o manuseio de lambe-lambe (espécies de cartazes que podem ser presos na parede), fanzines (tipo feito por “fãs” e produzida sem fins comerciais), stickers (adesivos), estêncils (técnica que usada moldes de superfícies furadas para aplicar figuras) e outros materiais. “Eles vão experimentar e procurar diferentes formas de usar esses produtos para a criação de projetos, que podem ser aplicados não isoladamente em suas disciplinas, mas especialmente em atividades interdisciplinares”, diz Raquel. “Essas técnicas ajudam a tornar a aula interativa, abrindo um canal direto e efetivo de comunicação. Os jovens já estão habituados com essa arte, mas normalmente fora da escola, quando poderiam tê-la em um contexto escolar”, afirma Raquel. [caption id="attachment_85729" align="aligncenter" width="530" caption="Foto: Raquel Ribeiro"][/caption]   Para sair do discurso à prática, como último quesito da capacitação, os professores precisam criar um projeto mais curto, na disciplina que leciona – em uma ou duas aulas – ou mais longos, normalmente interdisciplinares, de um semestre, por exemplo. Os melhores projetos são selecionados pela ONG, que, inclusive, ajuda os educadores a dar vida à iniciativa. A educadora explica que em um curso puramente teórico o professor normalmente concorda com o que é dito, mas quando chega em sala de aula não consegue transportar as ideias apreendidas à prática, como em um projeto. “Na sala a realidade é diferente. O professor encontra realidades diversas. Tentamos mostrar um caminho possível”, diz. Ainda como parte da formação, as escolas dos professores que participam do curso recebem um artista, escolhido pela instituição e que seja pertinente à proposta – para realizar um bate-papo com os estudantes, além de alguma intervenção – pintar um muro, criar peças de artes, pintar quadros etc. “A intenção não é fazer uma oficina. Afinal, não queremos tirar a autoridade do professores, mas levar o artista para mostrar como acontece o processo produtivo e de criação dos artistas. Acabar com a ideia da arte como algo elitizado”, assegura a educadora. Além disso, a visita tem o intuito também de mostrar aos professores e à direção da escola a possibilidade de trabalhar a estética jovem de uma forma organizada. “A escola geralmente lida com experiências do tipo de maneira desastrosa ou tenho receio em adotá-las. Quando o artista visita a escola e produz algo bacana numa parede, por exemplo, ou o professor, que consegue criar um trabalho interdisciplinar dentro da instituição, mostram o quão possível é possível desenvolver iniciativas como essas”, afirma. Serviço: As capacitações acontecerão em São Paulo, nos dias 04, 11 e 25 de maio. As inscrições são limitadas e os interessados devem se inscrever pelo e-mail: info@institutochoquecultural.org.br * Publicado originalmente no site O Porvir.


por Vagner de Alencar, do Porvir

Página 6 de 99« Primeira...45678...203040...Última »
Para enviar sua dica ou opinião, preencha o formulário abaixo:

Nome (obrigatório)

E-mail (obrigatório)

Dica/Opinião

agenda

dica de
sustentabilidade

anterior | próxima
Reduza o consumo de papel. Imprima na versão frente e verso.
Diminua custos de limpeza, adotando produtos biodegradáveis e receitas caseiras
Utilize a água usada na lavadora de roupa para lavar o chão da área de serviço, do quintal e da cozinha.
Utilize sabão ou detergente biodegradável, que não poluem os rios porque se decompõem mais facilmente.
Evite a geração de lixo e a produção desnecessária de produtos. Cancele as correspondências que você não lê.
Recolha as roupas do varal com cuidado para não amassar muito e depois dobre. Isso facilita na hora de passar e reduz o tempo de uso do ferro.
Economize. Permanecer 15 minutos com a mangueira aberta pode gastar até 280 litros de água.
Procure ler seus e-mails na tela do computador. Não imprima nada sem absoluta necessidade.
Prefira tecnologias limpas e de baixo consumo energético.
Diminua custos de limpeza, adotando produtos biodegradáveis e receitas caseiras

imagem do dia

|
Para enviar sua imagem, preencha o formulário abaixo:

Nome (obrigatório)

E-mail (obrigatório)

Arquivo

Observações

 
Imagem do dia

Aquecimento global pode afetar colheitas, diz Banco Mundial. Inundações também podem ser provocadas por temperaturas maiores. Países em desenvolvimentos serão as primeiras vítimas, diz órgão.

Imagem do dia

Viver em uma área com altos índices de poluição atmosférica pode aumentar as chances de mães gerarem filhos autistas. Este é o resultado de um estudo feito por pesquisadores da Universidade de Harvard

Imagem do dia

Fundação Abrinq lança cartilha para alertar sobre trabalho infantil durante Copa e Olimpíadas. Leia aqui.

Imagem do Dia

Um estudante de design da Universidade de Brunel, em Londres, criou uma cesta de frutas que possui um sistema para alertar o vencimento dos produtos no interior do recipiente. Saiba mais.

Imagem do dia

Lei obriga instalação de semáforos movidos a energia solar e eólica em Maceió. As vias púbicas receberão células fotovoltaicas para conversão de raios solares ou um sistema que aproveite a energia do vento. Foto: Daniel Lobo

Imagem do dia

Pesquisa diz que região central da China gera 80% da poluição do país, que é o maior emissor de CO2 do mundo, dizem cientistas. Estudo sugere que metas para reduzir emissões devem ser repensadas.

Imagem do dia

Polícia tailandesa descobre mais de mil animais em risco mantidos presos. Bichos, incluindo 14 leões africanos, viviam em casa que parecia zoológico. Cativeiro ficava nos arredores da capital Bangcoc.

Imagem do dia

Estudantes criam cadeira de roda movida a energia solar. Os painéis solares foram projetados para carregar as baterias, mesmo em ambiente nublado. Foto: Divulgação. Saiba mais.

Imagem do dia

Concurso nos EUA premia fotos de animais feitas debaixo d’água. Foca nada em meio a uma floresta de grandes algas nos arredores do litoral de San Diego. A imagem foi a grande vencedora do Concurso de Fotos Submersas 2013.

Imagem do dia

Puxado pela queda significativa no desmatamento na região amazônica, o Brasil conseguiu reduzir em 38,4% a emissão de gases do efeito estufa entre 2005 e 2010, segundo estimativa do governo federal.