Saiba como manter a higiene do carro, que também é alvo de fungos e bactérias

Saúde

Saiba como manter a higiene do carro, que também é alvo de fungos e bactérias


por Redação do EcoD


[caption id="attachment_80323" align="aligncenter" width="450" caption="O ideal é que a sujeira não apodreça no local. Foto: Fora do Eixo"][/caption]   Não são somente a cozinha e o banheiro das residências que precisam de cuidados especiais contra os ataques de fungos e bactérias. Os carros também estão propícios às ações desses microrganismos. Segundo o infectologista Caio Rosenthal, é recomendado lavar o veículo periodicamente de forma que a sujeira não apodreça no automóvel. Conheça algumas dicas de como limpar e manter a higiente dos veículos: 1. Evite deixar restos de comida no interior do carro. Eles podem funcionar como alimento para os microorganismos; 2. Tenha um álcool-gel no porta-luvas do veículo. O produto auxilia na proteção de contaminações. Use-o sempre que necessário; 3. Para sujeiras causadas por líquidos, como bebidas e até xixi, o ideal é levar o carro para um local especializado para que o resíduo seja completamente removido, caso contrário, ele também poderá virar alimento para os microrganismos; 4. Já para sujeiras motivadas por objetos secos, metade de um balde de água com duas colheres de detergente ou sabão neutro e um pano de algodão resolvem o caso. O procedimento pode ser realizado para limpar os bancos, o volante, os puxadores, as portas e todos os outros acessórios internos do carro. O infectologista não recomenda o uso de removedores, água sanitária e outros produtos químicos que podem danificar o veículo; 5. Procure lavar o veículo uma vez na semana; 6. Para deixar o carro cheiroso, há os neutralizadores, que funcionam como desodorantes e até aliviam alguns odores desagradáveis de dentro do automóvel. Além dele, há os odorizadores que só vão proporcionar bom odor se o veículo não estiver com mau cheiro. * Com informações do G1. com ** Publicado originalmente no site EcoD.  

Os profissionais de saúde que visitam as escolas vão realizar testes que ajudam a identificar problemas relacionados a esses dois temas principais, como avaliação antropométrica e triagem de acuidade visual. Foto: Ocean/Corbis Saúde

Lancheira pode ser a alternativa para um lanche saudável na escola

[caption id="attachment_80311" align="alignleft" width="353" caption="Os profissionais de saúde que visitam as escolas vão realizar testes que ajudam a identificar problemas relacionados a esses dois temas principais, como avaliação antropométrica e triagem de acuidade visual. Foto: Ocean/Corbis"][/caption] As crianças e adolescentes na hora do lanche do recreio escolar, longe dos olhos dos adultos, podem optar por batatinhas fritas, chocolate, biscoitos recheados e refrigerantes. Já os pais e responsáveis gostariam que elas comessem um bolo integral, uma fruta e um suco, por exemplo. Para a nutricionista Patrícia Jaime, coordenadora da Coordenação-Geral de Alimentação e Nutrição do Ministério da Saúde (CGAN), a base da alimentação das crianças está relacionada com a da família e com a do ambiente em que ela convive. Se a garotada come pizzas, hambúrguer e doces em casa pode fazer a mesma escolha na escola. Uma dica para buscar uma alimentação saudável é conversar com os filhos, descobrir o que eles gostam e juntos elaborar um cardápio equilibrado. O crescimento da obesidade na infância e na adolescência e a grande repercussão obtida por esta temática no ano de 2012 motivaram a retomada do tema em 2013 na segunda edição da Semana de Mobilização Saúde na Escola, acompanhado de saúde ocular. A mobilização foi lançada nesta segunda-feira, 11 de março, pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha. A estratégia faz parte do Programa Saúde na Escola (PSE), ação desenvolvida em conjunto com o Ministério da Educação. Os profissionais de saúde que visitam as escolas vão realizar testes que ajudam a identificar problemas relacionados a esses dois temas principais, como avaliação antropométrica e triagem de acuidade visual. Também é verificada a situação vacinal, avaliada a saúde bucal e são prestadas orientações sobre alimentação saudável, estímulo a práticas corporais e atividades físicas, entre outras. O objetivo da mobilização é sensibilizar a comunidade para a importância das boas condições de saúde no desenvolvimento pleno do educando. Na montagem da lancheira, os adultos devem optar por frutas e sanduíches preparados em casa, sucos de frutas frescas, iogurtes. “O ideal é evitar o consumo diário de alimentos com alto teor de sódio, açúcar e gorduras como os refrigerantes, sucos prontos, achocolatados prontos, salgadinhos, biscoitos (principalmente os recheados), doces e chocolates. Esses alimentos devem ser uma exceção e não uma regra nas lancheiras infantis”, afirma a coordenadora da CGAN. Os pais também devem evitar o uso de alimentos perecíveis. A assistente técnica do Ministério da Saúde Miriam Duarte Lima não põe alimentos com maionese ou creme de leite na lancheira dos dois filhos, Rebeca e Rômulo. “Eles geralmente levam pão com uma fatia de queijo e suco ou frutas”, diz a servidora da Assessoria de Assuntos Internacionais em Saúde (AISA). “Como as crianças estudam de manhã, elas tem uma refeição matinal reforçada em casa, o que garante um lanche rápido e de poucas calorias no colégio”, conta Miriam. Ela também adota cuidados na higienização da lancheira, lavada diariamente. Nos finais de semana, uma limpeza mais pesada, com a esterilização com álcool nos vasilhames. A nutricionista Patrícia Jaime orienta os pais a optarem por recipientes térmicos e lancheiras/bolsas térmicas. “Esses recipientes em geral tem um custo maior do que as convencionais garrafas de plástico. Os sucos e iogurtes, desde que previamente resfriados, se mantêm sem refrigeração até o horário de lanche dos estudantes”, afirma Patrícia. Em relação às frutas, elas devem ser higienizadas e serem consumidas de preferência com cascas (maçã, morango, ameixa, uva, dentre outros). A banana, por sua vez, pode ser levada e a criança tira a casca na hora de comer. Os alimentos que não podem ser consumidos com casca (laranja, mamão, manga, dentre outros), podem ser levados descascados, picados e acondicionados em recipientes bem vedados. Estes devem ser consumidos no mesmo dia que forem levados para a escola. Lanche Saudável As cantinas podem ser uma opção para os estudantes que não querem levar lancheiras. E estas lanchonetes também podem servir uma alimentação balanceada. O Ministério da Saúde desenvolve o Programa Cantinas Escolares Saudáveis, com o objetivo é incentivar as escolas particulares a oferecer lanches menos calóricos e com maior valor nutritivo aos alunos e assim diminuir a incidência da obesidade infantil. Em 2012 foi lançado manual traz diversas orientações às instituições de ensino, como substituição de alimentos fritos por assados e industrializados por opções mais naturais e livres de conservantes. A iniciativa faz parte do acordo de cooperação técnica assinado entre o Ministério da Saúde e a Federação Nacional das Escolas Particulares (FENEP). Como Montar a Lancheira A lancheira deve ser resistente e lavável. Faça a higienização com álcool assim que a criança chegar da escola, não dispensando a lavagem com água e sabão, no mínimo, uma vez por semana. Oriente as crianças a evitar o contato direto da lancheira com o chão e a higienizar as mãos antes do consumo dos alimentos. Se a lancheira não é térmica, utilize recipientes térmicos. Os lanches, por exemplo, devem ser embrulhados em papel-filme e depois colocados em potes de plástico. Sucos e leite devem ficam em garrafas térmicas. Converse com os pequenos sobre suas preferências. Reserve um momento para montar um cardápio quinzenal junto com elas. Assim, você se programa e ainda pode negociar alguns itens para estimular o apetite. Tome cuidado com excessos de alimentos industrializados, doces e refrigerantes. Doces e frituras não são proibidos, desde que consumidos com equilíbrio. O lanche deve conter cerca de 300 calorias para quem está com peso adequado. Procure colocar uma fonte de carboidratos (pães, biscoitos, barrinhas de cereais), uma de proteína (leite e derivados, frios) e outra de vitaminas e minerais (frutas e suco de frutas). Dúvidas na hora de escolher a bebida? Pois saiba que os sucos podem ser naturais, desde que colocados em garrafas térmicas, ou de caixinha, do tipo néctar. Achocolatados prontos e água de coco são ótimas opções. As frutas boas são as que podem ser cortadas em pedaços e não escurecem, como mamões e melancia. Uma salada de frutas bem colorida também pode estimular a garotada. Lembre-se de enviar um talher. Uma dica para evitar que o filho se enjoe dos lanches preparados é alternar o tipo de pão. Ofereça pão de forma comum ou integral, pão sírio, bisnaga, pão de leite, torradas e bolos simples, feitos em casa. Para o recheio do lanche, vale apostar em margarina, requeijão, queijo branco, geleia, peito de peru e presunto magro. Não se esqueça de que frios são muito perecíveis. Portanto, compre-os em pequenas quantidades e verifique as datas de validade após abertos. * Publicado originalmente no site Blog da Saúde.


por Fabiana Conte e Maria Vitória*
sono Saúde

Falta de sono aumenta consumo de comida e ganho de peso, alerta estudo

[caption id="attachment_80299" align="alignright" width="300" caption="Falta de sono aumenta consumo de comida e ganho de peso, alerta estudo. Foto: Tim Sloan"][/caption] Washington (AFP) – Dormir apenas cinco horas por noite em uma semana de trabalho com acesso ilimitado a lanchinhos pode prejudicar sua silhueta, revelou um estudo publicado na segunda-feira 11. A pesquisa, conduzida pela Universidade de Colorado em Boulder, descobriu que os participantes do estudo ganharam cerca de um quilo quando colocados nesta situação. Estudos anteriores já tinham demonstrado que a falta de sono poderia provocar aumento de peso, mas as razões para os quilos não eram claras, afirmaram os autores desta pesquisa mais recente. As novas descobertas, publicadas no periódico Proceedings of the National Academy of Sciences, demonstram que embora ficar acordado por mais tempo demande mais energia, as calorias extra queimadas foram mais uma compensação da quantidade de comida que os participantes do estudo ingeriram. “Dormir menos apenas não vai causar ganho de peso”, afirmou Kenneth Wright, diretor do Laboratório de Cronobiologia e Sono da Universidade do Colorado, que liderou o estudo. “Mas quando as pessoas não dormem o suficiente, isto as leva a comer mais do que realmente precisam”, acrescentou. Os cientistas monitoraram 16 homens e mulheres jovens, magros e saudáveis, que viveram duas semanas no Hospital da Universidade do Colorado, com sono acumulado. Eles mediram quanta energia os participantes usaram contabilizando a quantidade de oxigênio que eles inalaram e a quantidade de dióxido de carbono que exalaram. Método Depois que todos os participantes passaram os três primeiros dias podendo dormir nove horas por noite e comendo refeições controladas para manter o peso, eles foram divididos em dois grupos. O primeiro grupo, então, levou cinco dias dormindo apenas cinco horas, enquanto o outro grupo passou o período com nove horas de descanso. Depois dos primeiros cinco dias, os grupos foram trocados. Em ambos, ofereceu-se aos participantes refeições maiores e acesso a lanches, que incluíram sorvetes e batatas fritas, mas também opções mais saudáveis, como frutas e iogurte. Em média, as pessoas que dormiram até cinco horas por noite queimaram 5% mais energia do que aqueles que repousaram nove horas. No entanto, aqueles com menos horas de sono consumiram 6% mais calorias. Aqueles com menos hora de descanso mostraram ter uma tendência de tomar cafés da manhã mais frugais, mas abusaram de lanches após o jantar, afirmaram os pesquisadores. Na verdade, a ingestão de comida noturna somaram mais calorias do que as refeições individuais, acrescentaram. Os autores do estudo também descobriram que mulheres e homens responderam de forma diferente ao acesso irrestrito à comida. Embora tanto eles quanto elas tenham ganhado peso quando permitidos a dormir apenas cinco horas, os homens ganharam – mesmo com descanso ‘adequado’ – quando puderam comer tanto quanto quiseram. As mulheres, ao contrário, mantiveram o peso quando dormiram o período ‘adequado’, não importa quanta comida tivessem à disposição. * Publicado originalmente no site Carta Capital.


por Redação da Agência France Press
Combatentes rebeldes continuam ameaçando a aldeia de Angeline Mwarusena, vítima de três deles. Foto: Einberger/argum/EED/IPS Inter Press Service - Reportagens

Aumenta a exploração sexual de menores no leste da RDC

[caption id="attachment_80294" align="aligncenter" width="429" caption="Combatentes rebeldes continuam ameaçando a aldeia de Angeline Mwarusena, vítima de três deles. Foto: Einberger/argum/EED/IPS"][/caption]   Goma, República Democrática do Congo, 14/3/2013 – Uma rua desta cidade, capital da província de Kivu Norte, na República Democrática do Congo (RDC), é chamada de “bairro da morte” por causa dos crimes brutais que ali costumam acontecer. No local há “bordéis onde menores de idade são exploradas sexualmente por adultos”, disse à IPS o major David Bodeli Dombio, comandante de uma força especial da polícia para a proteção de mulheres e crianças nesta província. Nos últimos dois anos aumentou a quantidade de prostíbulos em Goma, onde meninas menores de idade são exploradas, bem como o comércio ilegal. “Esses bordéis têm muitas menores, a maioria procedente de famílias pobres e indigentes de Kivu Norte”, disse à IPS o diretor do programa de proteção infantil, Faustin Wasolela, da organização não governamental Ações e Iniciativas de Desenvolvimento para a Proteção das Mulheres e da Infância (Aidprofen). Esta região tem problemas desde abril de 2012 devido aos combates entre forças governamentais e grupos rebeldes, que obrigaram cerca de 2,2 milhões de pessoas a abandonar suas casas, segundo o escritório do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (Acnur). Vários prostíbulos foram abertos em diversos bairros de Goma. “Atualmente, há dezenas de bordéis em várias partes”, disse à IPS Victorine Muhima, chefe do bairro de Kasika, na comunidade de Karisimbi. Ela concorda com Wasolela em que as duras condições de vida, a pobreza e o incessante conflito estão na origem dessa tendência. Masika (nome fictício) tem 16 anos e trabalha no pequeno bar Memoire ya Nzambe, de apenas quatro metros quadrados, que também é um bordel. “Sou moça durante o dia e prostituta à noite para poder alimentar minha filha de dois anos. Não sei quem é o pai”, contou à IPS. Como moça, Makisa ganha cerca de US$ 20 por mês. Mas de noite pode conseguir até US$ 5 por cliente. “Trabalho aqui desde 2010. Vim de Beni, onde vive minha família. Meus pais são pobres e não puderam me mandar para a escola. Tínhamos somente para comer. Então decidi vir para Goma para fazer algum dinheiro”, detalhou. Em Memoire ya Nzambe são vendidas bebidas alcoólicas e até maconha. Os quartos para os clientes ficam na parte de trás do bar. “Pode-se conseguir uma menina por um ou dois dólares”, disse à IPS Emmanuel Bisimwa, um jovem na casa dos 20 anos, cliente habitual. Porém, os proprietários negam que exploram menores. “Tenho cinco empregados, mas são homens. Aqui moças não trabalham para mim”, disse à IPS um dos donos, Riziki Mufiritsa. Como Masika, muitas meninas entre 13 e 17 anos são exploradas por mulheres e homens. Elas dizem não ter alternativa a não ser o trabalho sexual. “Não tenho opção, preciso comprar roupa de baixo, óleo, absorventes, mas não há outro trabalho”, explicou Rachel de 15 anos. É um argumento comum que costuma ser ouvido por Idelphonse Birhaheka, do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e morador em Goma. “Algumas nos dizem que se prostituem para pagar artigos básicos, como sabão, óleo e absorventes. O conflito armado no lese da RDC deixou na pobreza muitas famílias, para as quais é muito difícil criar os filhos”, observou. Dechine Birindwa é um dos pais com dificuldades para manter sua família. “A vida ficou muito dura. É difícil encontrar comida, e nem pensar em comprar roupa ou sapatos para minhas filhas. É muito duro, elas têm que se arranjar”, disse à IPS. Embora a força especial da polícia tenha iniciado uma investigação sobre a exploração sexual de menores, o major Dombi disse que não é uma tarefa fácil. “É difícil encontrar os bordéis, mas quando os descobrimos interrogamos os donos e fechamos alguns após uma investigação”, pontuou. Segundo Wasolela, “necessitamos da ajuda de todos, da polícia, que deve implantar formas de dissuasão e de persuasão, mas também de igrejas, escolas, pais e até da imprensa para lutar contra este fenômeno”. Envolverde/IPS


por Passy Mubalama, da IPS
sa1 Saúde

Pressão alta, diabetes e obesidade podem ser sinais de alerta para doença renal

Brasília – Pessoas com pressão alta, diabetes e obesidade fazem parte dos chamados grupos de risco para problemas renais. Casos da doença na família, idade superior a 50 anos e uso de remédio sem orientação médica também ampliam as chances de o problema ser diagnosticado. O alerta foi feito pela Sociedade Brasileira de Nefrologia no Dia Mundial do Rim, lembrado hoje (14). Dados do órgão indicam que cerca de 10 milhões de brasileiros sofrem com algum tipo de disfunção renal. A taxa de prevalência é 50 casos para cada 100 mil habitantes. Em entrevista à Agência Brasil, o presidente da sociedade, Daniel Rinaldi, destacou que sem um diagnóstico preciso, a maioria dos pacientes morre sem sequer ter acesso à diálise (principal tratamento para a doença em estágio avançado). “Nossa intenção é alertar esses grupos de risco para que possam perguntar ao médico como está a função dos seus rins. Temos dois exames extremamente simples e baratos para diagnosticar precocemente a doença renal – a creatinina no sangue e o exame de urina para detectar perda de sangue e albumina [um tipo de proteína]”, explicou. Rinaldi lembrou que o diagnóstico precoce pode conter o avanço da doença renal crônica. Dessa forma, pacientes que sofrem de diabetes, por exemplo, não precisam se submeter à diálise, mas controlar a alimentação, enquanto pessoas com pressão alta devem reduzir a ingestão de sal e ingerir bastante líquido. “Esses exames têm que fazer parte do check up. Todo mundo conhece seu colesterol e sua glicemia, mas quase ninguém sabe como está a sua creatinina”, disse. A estimativa da sociedade é que mais de 35 milhões de brasileiros sejam hipertensos e que 8 milhões sejam diabéticos. Os números mostram ainda que em torno de 100 mil brasileiros fazem diálise no país atualmente. A taxa de internação hospitalar para esse tipo de serviço é 4,6% ao mês. Mais de 70% dos pacientes que iniciam o tratamento descobrem a doença quando os rins já estão gravemente comprometidos. A taxa de mortalidade entre eles aumentou 38% na última década. * Edição: Graça Adjuto ** Publicado originalmente no site Agência Brasil.


por Paula Laboissière, da Agência Brasil
Proposta, votada pela Câmara dos Deputados na semana em que é comemorado o Dia Internacional da Mulher, determina atendimento multidisciplinar na rede SUS. Foto: Jamie Grill/Tetra Images/Corbis Saúde

Aprovado projeto que amplia atendimento às vítimas de violência sexual

[caption id="attachment_79735" align="alignleft" width="300" caption="Proposta, votada pela Câmara dos Deputados na semana em que é comemorado o Dia Internacional da Mulher, determina atendimento multidisciplinar na rede SUS. Foto: Jamie Grill/Tetra Images/Corbis"][/caption] A Câmara dos Deputados aprovou na terça-feira (5) o Projeto de Lei 60/99 que determina o atendimento imediato e multidisciplinar das vítimas de violência sexual. A matéria, que ainda será analisada pelo Senado, transformará em lei as diretrizes já definidas pelo Ministério da Saúde na Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Mulher, que tem como princípios a humanização do atendimento, a não fragmentação das ações em saúde, a expansão das redes de atendimento das mulheres em situação de violência e a melhoria do acesso e da qualidade do atendimento. Pelo projeto, de autoria da deputada Iara Bernardi (PT-SP), o atendimento imediato e multidisciplinar – com o controle e tratamento do ponto de vista físico e emocional da vítima – será obrigatório e gratuito em todos os hospitais da rede do SUS, sejam públicos ou privados conveniados. “Esse é um passo muito importante para proteger e cuidar das mulheres, é mais um direito das mulheres no Sistema Único de Saúde”, disse o ministro Alexandre Padilha. “A medida garantirá que aquilo que já é uma recomendação do Ministério da Saúde, que todo serviço de urgência e emergência tem que adotar – a avaliação adequada, a orientação em relação à gravidez, a profilaxia em relação às doenças sexualmente transmissíveis -, seja obrigatoriamente aplicado em todos os hospitais do País”, completou Padilha. No final de fevereiro, o ministro esteve reunido com o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves, e a bancada feminina, para que a votação da matéria fosse priorizada. Segundo o texto aprovado, entre os serviços que devem ser realizados estão o diagnóstico e tratamento das lesões físicas no aparelho genital e nas demais áreas afetadas; amparo médico, psicológico e social imediato; e facilidade do registro da ocorrência, com encaminhamento ao Instituto Médico Legal (IML) e às delegacias especializadas com informações úteis à identificação do agressor e à comprovação da violência sexual. No tratamento das lesões, caberá ao médico preservar materiais que possam ser coletados no exame médico legal. As vítimas ainda terão direito à profilaxia para Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST) e à coleta de material para realização do exame de HIV para posterior acompanhamento e terapia. O texto também prevê profilaxia da gravidez. * Publicado originalmente no site Blog da Saúde.


por Silvia Cavichiolim da Agência Saúde
Foto: Unodc Saúde

Relatório da ONU diz que substâncias psicoativas ameaçam saúde pública

  [caption id="attachment_79689" align="alignleft" width="300" caption="Foto: Unodc"][/caption] Segundo Junta Internacional de Fiscalização de Entorpecentes, Jife, problema pode ser visto em emergências de hospitais; somente na Europa, uma nova substância é descoberta a cada semana. As chamadas “drogas legais” ou “designer drugs” estão representando uma verdadeira ameaça à saúde pública. A constatação é de um relatório das Nações Unidas, divulgado nesta terça-feira, em Viena, na Áustria. De acordo com o estudo da Junta Internacional de Fiscalização de Entorpecentes, Jife, em 2012, o mundo está sofrendo com a proliferação de substâncias psicoativas, que tem levado a um aumento do número de ocorrências em emergências hospitalares e outros centros de tratamento. Tranquilizantes A Jife também ressalta o que chamou de abuso de medicamentos e farmacêuticos como tranquilizantes e estimulantes. Somente na Europa, uma nova substância é descoberta a cada semana. A compra é facilmente realizada pela internet, e o número de sites que vendem psicoativos mais que quadruplicou em dois anos na União Europeia. De acordo com a Jife, os países precisam de uma ação coordenada para impedir a produção, uso, e tráfico dessas substâncias. Em entrevista à Rádio ONU, da Costa Rica, o especialista da Agência Mundial Antidoping, Wada, no Brasil, Eduardo de Rose, falou sobre o envolvimento das policias federais e ministérios de Saúde no controle de vendas pela internet. "O risco é de saúde pública. Deve haver um controle pelo Estado da venda desse tipo de substância para a população. A venda pela internet é de área internacional, ilegal e deve estar controlada pelo Estado. Como pessoa física ou instituições de Direito não-governamental é muito difícil fazer o controle desse tipo de venda, que às vezes também entra numa área de drogas sociais proibidas", referiu. De acordo com o relatório, em alguns países pesquisados, mais de 6% de alunos do segundo grau já tomaram tranquilizantes. Para a Jife é preciso agir preparando pessoal da área médica e informando a população sobre os perigos deste tipo de droga. Riscos E os riscos são variados como doenças como HIV, hepatite B e C no caso de uso de drogas injetáveis. O chefe da Jife, Raymond Yans, disse que este é um problema global, e que deve ser combatido de forma partilhada pela comunidade internacional. Segundo ele, é hora de agir em todos os níveis incluindo o comunitário para reduzir o sofrimento de todos. Ao abordar a situação das drogas por regiões, o estudo da Jife lembra que na América do Sul, o consumo de cocaína, por exemplo, se manteve estável com uma média de consumo por adultos de 0,7%. Já no Brasil, esta média é mais do que o dobro, atingindo 2%. México, 60 mil mortos O tráfico de drogas também está afetando a segurança regional com o aumento de violência relacionada às drogas. No México, por exemplo, mais de 60 mil pessoas foram assassinadas desde 2006 por causa do tráfico de drogas. A América do Norte continua sendo o maior mercado de drogas ilícitas no mundo. Uma em cada 20 mortes de pessoas entre 15 e 64 anos na América do Norte tem a ver com o abuso de drogas. Brasil Segundo o relatório, o Brasil ao lado de outros países como Argentina, Índia, Grã-Bretanha e Paquistão, teria perdido o prazo de entrega dos dados estatísticos sobre substâncias psicotrópicas em 2011. Os especialistas lembraram que esses países são importantes produtores, exportadores e importadores de drogas. Ainda em 2011, nove das grandes 14 apreensões de cocaína foram feitas no oeste da África. Quase metade da cocaína escondida em contêineres, tranportados pelo mar, era proveniente do Brasil. Segundo a Jife, devido à posição geográfica com um litoral extenso, o Brasil tem dificuldade em implementar e fortalecer as leis contra o tráfico de drogas. Mas de acordo com a Junta, o governo brasileiro tem se esforçado em combater o tráfico utilizando aeronaves de segurança, contêineres e scanners. Reabilitação Os especialistas da ONU notaram ainda os esforços brasileiros para prevenir o uso de entorpecentes e estabelecer redes de reabilitação e tratamento. A Junta afirmou que os programas devem ser levados também ao sistema prisional. E lembrou que o país tem um problema grave com o abuso do crack. As apreensões no Brasil da chamada cannabis herbácea aumentaram 12% no ano passado, se comparadas às operações de 2011. No total, foram 174 toneladas. Já as apreensões de cocaína, em forma de sais, caíram em vários países sul-americanos incluindo o Brasil. A polícia brasileira apreendeu no ano passado 24,5 toneladas de cocaína em forma de sais e base, e mais da metade vinha da vizinha Bolívia. No geral, a prevalência do uso de cocaína na América do Sul permaneceu estável em torno de 0,7%. Já no Brasil, esta média sobe para 2%. Drogas Sintéticas O Unodc está preocupado com o aumento de drogas sintéticas em toda a América do Sul. Somente no ano passado, o Brasil apreendeu 259 mil comprimidos de ecstasy, 170 mil anfetaminas e 48 mil metanfetaminas. O abuso de produtos farmacêuticos como tranquilizantes e estimulantes é classificado de um problema pelos especialistas. Uma pesquisa da Universidade Federal de São Paulo mostra que 7% dos brasileiros entre 19 e 59 anos já fumou maconha pelo menos uma vez, e mais de 60% deles antes de completarem 18 anos. Dos usuários de cannabis, 37% são considerados viciados. A legalização da maconha continua sendo oposta por três quartos da população brasileira. Ainda na região, a Jife mostrou-se preocupada com a notícia veiculada em agosto passado, de que o governo do Uruguai havia apresentado um projeto de lei ao Congresso para legalizar a produção e venda de cannabis no país, e o governo, neste caso, se encarregaria de regular as atividades de produção, venda e importação. * Publicado originalmente no site Rádio ONU. 


por Mônica Villela Grayley, da Rádio ONU
Foto: Glenda Way Dia-a-dia

10 razões pelas quais a bicicleta te torna mais humano

[caption id="attachment_79679" align="aligncenter" width="500" caption="Foto: Glenda Way"][/caption]   Nesses meses em que eu tenho andando quase que diariamente de bike pela cidade, acabei descobrindo algumas coisas bem particulares sobre a relação do trânsito com os ciclistas. Não vou, de forma nenhuma, dizer que tudo são flores, mas com certeza (em minha experiência) é uma maneira muito mais humana de lidar com as pessoas e com a cidade. Daí um dia desses, voltando para casa e matutando sobre o assunto, comecei a fazer uma listinha com os motivos que me fazem acreditar nisso. Espia: 1 – Porque no trânsito os outros motoristas olham para você e enxergam uma pessoa, e não um monte de lata com uma pessoa dentro (isso quando dá para ver alguém através da película escura dos vidros); 2 – Porque pedalando você pede passagem olhando nos olhos das pessoas; 3 – Porque quando você faz isso, automaticamente cria-se um vínculo que chega surpreender quem está dirigindo (sim, é triste, mas não olhamos mais nos olhos das pessoas); 4 – Porque quando você para em uma sinaleira, o carro do lado quase sempre puxa conversa ou pergunta alguma coisa sobre sua bicicleta (quando é que, de carro, você conversa amistosamente com o motorista do lado?); 5 – Porque quando alguém é gentil com você, você retribui sorrindo e agradecendo, e não apenas buzinando (e olhe lá); 6 – Porque quando você encontra um amigo no caminho, vocês param e conversam, sem nem precisar estacionar; 7 – Porque você se desloca usando apenas a energia do seu corpo; 8 – Porque andar de bicicleta te deixa mais gentil. Tanto que se você vê alguém precisando de ajuda no meio da rua, você para e se oferece para ajudar; 9 – Porque de bicicleta você aproveita e conhece mais a sua cidade. Como você não perde tempo em engarrafamentos, pode se dar ao luxo de parar e entrar naquela loja nova ou conhecer aquele café que você nunca tinha visto antes; 10 – Porque depois de você, os mais vulneráveis no trânsito são os pedestres. Ou seja, você é responsável por prezar pela segurança das pessoas (vidas, e não objetos). Concorda? Discorda? Dê sua opinião! * Publicado originalmente no site EcoD. 


por Clara Corrêa, do Blog Simplificando
saa Saúde

Crianças são principais vítimas de intoxicação por medicamentos

São Paulo - A curiosidade infantil e o apelo visual dos medicamentos coloridos em cápsulas, comprimidos ou líquidos acondicionados em frascos são um perigo à saúde das crianças, principalmente, na faixa etária de 1 a 4 anos. O alerta é do médico e toxicologista Anthony Wong, diretor do Centro de Assistência Toxicológica (Ceatox) do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. Ele observou que cada vez mais os adultos recorrem a medicamentos para transtornos psíquicos como os antidepressivos, os calmantes, os estimulantes, os ansiolíticos e as drogas para dormir. Segundo o médico, não são raros os casos de crianças que, atraídas pela cor ou pelo cheiro, pegam esses remédios em gavetas e armários e acabam tomando-os. Segundo o médico, nem sempre ingerir inadequadamente esses medicamentos leva a uma intoxicação. Ele diz que os responsáveis pela criança devem agir com calma e buscar orientação. Também alerta que beber água ou leite após o uso indevido de algum medicamento pode até comprometer mais a saúde. Tomar água, por exemplo, potencializa o efeito do remédio, porque o composto químico irá percorrer a corrente sanguínea mais depressa. Se for leite, há risco de uma reação, lembra o especialista. Outro procedimento a ser evitado é provocar o vômito. Uma pesquisa feita pelo Ceatox indicou que, no primeiro semestre do ano passado, ocorreram 600 casos de intoxicação, dos quais a maioria das vítimas (25%) era criança de 1 a 4 anos. A faixa de 5 a 9 anos representou 8% dos casos. Os adultos somaram 11% dos atendimentos, prevalecendo os que tinham entre 30 e 39 anos. Mais da metade (60%), incluindo todas as faixas etárias, são do sexo feminino. O Ceatox oferece atendimento para os primeiros socorros por telefone. Médicos, enfermeiros e farmacêuticos estão à disposição 24 horas por dia. Para falar com eles, os interessados podem ligar para número 0800 0148110. * Edição: Juliana Andrade. ** Publicado originalmente no site Agência Brasil.


por Marli Moreira, da Agência Brasil
Bebida é usada como válvula de escape para dificuldades e problemas familiares Saúde

Álcool na adolescência é influenciado pela família

Positiva ou negativamente, adolescentes são influenciados por seus familiares, dentro de suas próprias casas, em relação ao abuso do álcool. Essa é a conclusão de recente pesquisa desenvolvida pela enfermeira Betânia da Mata Ribeiro Gomes, em seu trabalho de pós-graduação apresentado à Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto (EERP) da USP. A pesquisadora observou e entrevistou em seus domicílios, 22 membros de dez famílias, entre eles, 11 adolescentes de ambos os sexos, entre 14 e 19 anos, que consumiam álcool. O estudo aconteceu na Unidade de Saúde da Família EmocyKrause, localizada em Recife (Pernambuco), entre julho de 2010 e agosto de 2011. [caption id="attachment_79670" align="alignleft" width="230" caption="Bebida é usada como válvula de escape para dificuldades e problemas familiares"][/caption] Foram alvo do estudo apenas os familiares que moravam com o adolescente e tinham um laço mais próximo, como, pais, irmãos, tios. Em cada família, o convite se estendeu aos familiares que estavam presentes no primeiro encontro, realizado pelo estudo. “E no decorrer da pesquisa, a interação e os discursos indicaram a necessidade ou não de incluir outros familiares”, comenta Betânia, que se ateve a temas como: estrutura, desenvolvimento e funcionamento das famílias; crenças que podem influenciar o consumo de álcool; as interações familiares que protegem ou que expõem os adolescentes ao consumo ou abuso de álcool; e o sentido da religião. A maioria dos entrevistados possuía renda menor que um salário mínimo. Alguns recebiam ajuda do governo e não tinham completado seus estudos, além de presenciar, em suas próprias casas, a prática do uso do álcool. Muitos adolescentes ainda presenciaram separações de seus pais ou morte de algum deles devido ao consumo de bebida alcoólica. Quanto ao relacionamento em família, Betânia verificou que a maioria sofria com desentendimentos, desafetos, problemas de comunicação, agressão, conflitos, violência e falta de interação. Prazer e prejuízos Para a pesquisadora, a decisão pelo consumo de bebida alcoólica foi associada ao prazer e diversão, principalmente relacionada às músicas, as quais, segundo ela, estão no contexto de vida desses adolescentes, incentivando o consumo. “É uma válvula de escape para as dificuldades e problemas familiares do cotidiano”. Betânia percebeu que, mesmo com sentimentos de alívio, relaxamento, distração e dos momentos de lazer, os adolescentes não ignoravam os prejuízos do uso abusivo da bebida alcoólica, principalmente porque presenciaram os problemas que a bebida causou em seus próprios domicílios. As famílias, apesar de não se relacionarem adequadamente com os adolescentes, apoiaram seus membros e mantiveram esperança por meio de motivação ou da religião, pensando em um futuro melhor. “A religião pode favorecer o sentimento de esperança e, com ela, o gosto pela vida”, afirma. Ela notou ainda que os adolescentes se preocupavam em manter viva a motivação para uma vida melhor, para a conquista de trabalho qualificado e da casa própria, além de tentar realizar os sonhos que não foram possíveis para seus pais. Betânia concluiu que os familiares influenciam os adolescentes de forma positiva e negativa quanto ao uso e abuso do álcool. “A estrutura e composição da família, o padrão de interação familiar, a comunicação entre seus membros, a religião e a esperança são componentes que se articulam diretamente com a prática do consumo de álcool pelos adolescentes”. A tese A influência da família no consumo de álcool na adolescência foi orientada pela professora Lucila Castanheira Nascimento e defendida em setembro de 2012, na EERP. * Publicado originalmente no site Agência USP.


por Camila Ruiz, da Agência USP
O gengibre é utilizado como um remédio caseiro pelos orientais há pelo menos cinco mil anos. Foto: Leandro Bierhals/Flickr Saúde

Conheça os benefícios proporcionados pelo gengibre

[caption id="attachment_79654" align="alignleft" width="300" caption="O gengibre é utilizado como um remédio caseiro pelos orientais há pelo menos cinco mil anos. Foto: Leandro Bierhals/Flickr"][/caption] Incluir o gengibre na dieta é uma alternativa que pode trazer diversos benefícios à saúde. As propriedades desta raiz chegam a ser consideradas farmacêuticas e atuam em muitas áreas, ajudando desde o controle de uma inflamação até a perda de peso. O gengibre é utilizado como um remédio caseiro pelos orientais há pelo menos cinco mil anos. Ainda hoje, a eficiência desta raiz pode ser comparada com remédios industrializados, resultantes de diversas misturas químicas. Em declaração à revista Viva Saúde, a nutricionista Flávia Bulgarelli, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) explica que o chá de gengibre pode ser usado no combate à gripe e resfriados, aliviando a garganta e as vias respiratórias. Além disso, ele também é eficiente no combate à ressaca. Outros benefícios do gengibre estão diretamente relacionados à boa forma. Ele acelera o metabolismo e a queima de calorias, reduz a gordura localizada, controla a ansiedade e ainda aumenta a sensação de saciedade. Por todos estes motivos ele é um aliado indispensável a quem quer se manter saudável e em dia com a balança. O gengibre pode ser consumido de diferentes maneiras. O chá é uma das formas eficientes para tratar infecções. Para emagrecer a dica é misturar uma colher de gengibre ralado ao suco de limão. Mas, ele também pode ser consumido em pedaços, da maneira que melhor lhe aprouver. * Publicado originalmente no site Ciclo Vivo.


por Redação CicloVivo

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