Peso ideal: MS lança programa que ajudará trabalhadores a manter medida certa

Saúde

Peso ideal: MS lança programa que ajudará trabalhadores a manter medida certa


por Camila Terra, do Blog da Saúde


Nesta segunda-feira (29), o Ministério da Saúde lançou o Programa Peso Saudável, uma proposta atual e informatizada de controlar o peso e prevenir a obesidade no ambiente de trabalho. O software, que já está em funcionamento no MS, poderá ser baixado e utilizado por toda e qualquer empresa no país. Baixe aqui o aplicativo.´ Para o ministro Alexandre Padilha, os profissionais de saúde devem ser exemplos da adoção de hábitos saudáveis. “Nós, trabalhadores da saúde, temos de ser protagonistas do que orientamos a sociedade a fazer em relação a hábitos saudáveis. Temos de dar o exemplo, começando em casa e no nosso trabalho. A gente quer que o Ministério da Saúde seja cada vez mais um local de vida saudável. Embora todo mundo trabalhe muito, pequenas mudanças no dia-a-dia faz com que a gente viva melhor”, afirmou o ministro. A coordenadora-geral de Alimentação e Nutrição do Ministério da Saúde, Patrícia Jaime, explica como será o programa: “O trabalhador fará a adesão a um aplicativo de computador, que irá auxiliá-lo a adotar uma rotina de pesagem mensal. Nesse aplicativo ele informará de forma regular o seu peso e receberá uma avaliação da evolução do peso durante o período de trinta dias. Conforme a variação, ele receberá orientações de alimentação, de atividade física e da maneira saudável de controlar o seu peso”. O programa é voltado para a população adulta nos locais de trabalho, considerando que as pessoas passam muitas horas diárias nesses ambientes. “Dados da última pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel) mostram que 15% da população adulta é obesa. Além disso, no Brasil, os adultos ganham em média um quilo por ano, sem se dar conta disso. A intenção do Peso Saudável é prevenir este ganho de peso”, conta a coordenadora. Shirley Pinheiro é agente administrativa do MS e já aderiu ao programa. “Acho importante a gente está sempre controlando o peso. Quero saber se realmente estou no peso ideal e partir de agora vou fazer esse acompanhamento pelo site”, relata. Adesão – O monitoramento já começou entre os trabalhadores do MS como uma experiência modelo e, a partir do dia 1º de maio, será disponibilizado o software e um manual instrutivo para implantação do Programa Peso Saudável para outras empresas ou ambientes coorporativos, de qualquer porte. A empresa fará um cadastro simples permitindo ao MS conhecer quem, de qual lugar e com quantos funcionários estão aderindo ao Programa e se habilitando a receber mensagens de orientação do Ministério da Saúde. “Assim que o participante enviar o novo dado, o software retornará o resultado da avaliação em forma de evolução gráfica e apresentará dicas de alimentação saudável e atividade física”, detalha a coordenadora. Um mês após o cadastro, será enviada uma mensagem por e-mail, lembrando o trabalhador de checar seu peso, junto com um link de acesso rápido para registro do peso no software. O bancário João Ciocca gostou do programa e espera que a empresa onde ele trabalha adira ao Peso Saudável. “Seria muito bom se a empresa que eu trabalho tivesse esse software. A idéia é ótima e se aqui tiver eu vou participar sim. Confesso que não como muita coisa saudável, mas se o programa me apresentar outras opções de alimentos saudáveis, que substituam o que eu não gosto de comer, será muito bom”, comenta João. A intenção é que o participante se engaje em um processo de autocuidado. Para resultados satisfatórios, é fundamental a percepção da variação do peso desencadeando uma avaliação nos comportamentos recentes em relação à alimentação e aos exercícios físicos. * Publicado originalmente no Blog da Saúde.

Foto: http://portal.saude.pe.gov.br/ Saúde

Dengue recua, mas prevenção deve ser mantida todo o ano

Nas três primeiras semanas de abril, os casos de dengue começaram a diminuir em todas as regiões do país em comparação com o mesmo período do mês de março. Neste ano, o pico da transmissão da dengue ocorreu na primeira semana de março, quando foram registrados 84.122 casos da doença. A partir deste período, houve uma redução progressiva da doença, com o registro de 35.351 casos na segunda semana de abril, o que representa uma redução de 58%. Essa tendência é observada em todas as regiões que tiveram transmissão intensa da dengue durante o ano. No Centro-Oeste, que tem a sazonalidade antecipada, o pico da transmissão ocorreu antes, na última semana de janeiro. Os dados constam no boletim epidemiológico do Ministério da Saúde, atualizado até o dia 20 de abril. “Neste ano tivemos uma intensa transmissão da dengue, principalmente no Sudeste e Centro-Oeste. Em todo o país, foi registrado um aumento aumento de 189% em relação ao ano passado”, explica o Secretário de Vigilância em Saúde, do Ministério da Saúde, Jarbas Barbosa. Ele ressalta que as causas deste aumento são diversas, desde a circulação de um novo subtipo do vírus – o DENV 4 – como a paralisação das ações de combate ao mosquito depois das eleições, em alguns municípios. “Estas condições favoreceram uma forte transmissão da dengue desde o final de 2012”, observou. [caption id="attachment_85639" align="alignright" width="300" caption="Foto: http://portal.saude.pe.gov.br/"][/caption] Apesar da tendência de queda em todo o país, o Ministério da Saúde alerta que o combate à dengue deve ter ações permanentes em todos os municípios. “Não podemos relaxar no combate ao mosquito. A prevenção precisa ser mantida durante todo o ano” , recomendou o secretário. Segundo ele, é importante que a população continue verificando o adequado armazenamento de água, o acondicionamento do lixo e a eliminação de todos os recipientes sem uso que possam acumular água e virar criadouros do mosquito. Além disso, é essencial cobrar o mesmo cuidado do gestor local com os ambientes públicos, como o recolhimento regular de lixo nas vias, a limpeza de terrenos baldios, praças, cemitérios e borracharias. Aos primeiros sintomas da dengue (febre, dor de cabeça, dores nas articulações e no fundo dos olhos), a recomendação é que a pessoa procure o serviço de saúde mais próximo. É fundamental não tomar remédio por conta própria – pois isso pode mascarar sintomas e dificultar o diagnóstico – devendo ainda estar alerta para sinais de agravamento, como vômitos e dores abdominais.   * Publicado originalmente no Blog da Saúde. 


por Kattiúscia Alves, da Agência Saúde
Rio10 (1 de 1) Saúde

Mutirão de voluntários leva atendimento médico a índios na Amazônia

Tabatinga (AM) – Até o próximo sábado (4), 50 voluntários - entre médicos, enfermeiros e equipe de apoio - participarão do mutirão que atende comunidades indígenas no meio da Floresta Amazônica. Um centro cirúrgico foi montado na Aldeia Santa Inês (AM), na região do Alto Solimões, para atender as comunidades, onde vivem cerca de 52 mil índios. A expectativa é fazer mais de 2 mil atendimentos, como consultas com dentistas e oftalmologistas, 250 cirurgias - uma média de 40 por dia - entre elas, de catarata, hérnia, ginecológicas e plásticas reparadoras. Ao longo do ano, seis comunidades indígenas deverão receber esse tipo de ação. O atendimento é feito pelos Expedicionários da Saúde, organização da sociedade civil de interesso público (Oscip) de médicos voluntários criada em 2002, que tem apoio do Ministério da Saúde. A coordenadora-geral da organização, Márcia Abdala, conta que é a terceira vez que a ação ocorre na região. “Nós estamos voltando porque a demanda aqui é muito grande”, disse, ao lembrar que os expedicionários estiveram na área em 2008 e 2009. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, que esteve na aldeia nesse fim de semana, ressaltou que a ação ajuda a complementar o acesso à saúde. “Ela reforça porque traz algumas especialidades que só é possível trazer em situações como essa, como cirurgia de catarata, de hérnia, de vesícula”, disse à Agência Brasil. Além disso, o ministro ressaltou que o mutirão em áreas remotas serve de exemplo para os estudantes de medicina. “Também nos ajuda muito a despertar nas faculdades, entre os estudantes, nos jovens médicos, a vontade de participar de ações como essa. Saber que é possível salvar vidas na Região Amazônica”, acrescentou. Com a ajuda do ministério e das Forças Armadas, foi possível levar atendimento a índios do Vale do Javari, um ponto da floresta de difícil acesso, segundo Márcia Abdala. “É uma logística que nós sozinhos jamais teríamos condições de fazer. Mas o apoio da Sesai [Secretaria Especial de Saúde Indígena] e da Força Aérea fez com que a gente conseguisse chegar até lá para fazer a triagem e trazer para cá 60 pacientes cirúrgicos”. Também estão sendo atendidos índios de comunidades do entorno da Santa Inês, que foi escolhida por ser um local de acesso mais fácil. Os indígenas que chegam de longe são hospedados na Aldeia Campo Alegre, vizinha à área onde estão os expedicionários. “Eles chegam em Campo Alegre, se alojam lá, são alimentados, e o barco a gente chama a cada dez minutos. Eles são atendidos e passam pela triagem. Quem é paciente cirúrgico já fica para o dia seguinte. E quem não vai fazer cirurgia aproveita para cuidar do dente, fazer seus óculos, esse tipo de especialidade”, explica Márcia. Apesar do atendimento médico, os indígenas aproveitaram a presença do ministro para pedir melhorias para a aldeia. “Nós também queremos saneamento básico na nossa comunidade. Falta água nas casas”, destacou o cacique Firmino da Silva, que também pediu um hospital para a aldeia. A melhoria do saneamento, segundo Padilha, está prevista no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2). O plano é estender a rede de água do posto de saúde e da escola para as casas. “Agora vamos para o segundo passo, que é mapear, demarcar claramente cada casa, cada comunidade para identificar aqueles que ficam permanentes na comunidade para estender aquilo que já está na escola, no posto de saúde, em pontos coletivos, para a casa das pessoas”. Segundo o ministro, será inaugurado um hospital de referência em Tabatinga (AM), município próximo à aldeia. “Você vai juntando várias comunidades como esta e tem um serviço de alta complexidade, onde terão os especialistas, as cirurgias”, disse Padilha. * O repórter viajou a convite do Ministério da Saúde/ Edição: Carolina Pimentel. ** Publicado originalmente no site Agência Brasil.


por Daniel Mello, da Agência Brasil*
Afastamentos: pagamento de mais de R$ 211 milhões de benefícios previdenciários. Foto: Reprodução/ Internet Saúde

Transtorno mental resulta em longos afastamentos do trabalho

[caption id="attachment_85596" align="alignleft" width="300" caption="Afastamentos: pagamento de mais de R$ 211 milhões de benefícios previdenciários. Foto: Reprodução/ Internet"][/caption] No Brasil, os transtornos mentais são a terceira causa de longos afastamentos do trabalho por doença e levaram ao pagamento de mais de R$ 211 milhões de novos benefícios previdenciários em 2011. Na Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP, pesquisa do médico do trabalho João Silvestre da Silva-Júnior mostra que um ambiente de trabalho com pouco apoio social, excessivas demandas e baixo controle sobre as tarefas, recompensas inadequadas ao nível de esforço do trabalhador e o comprometimento individual excessivo são fatores que aumentam a chance de ocorrência de afastamento. O trabalho recomenda uma melhor investigação sobre as condições psicossociais no ambiente de trabalho para implantação de ações de prevenção, além de maior fiscalização das empresas por parte de orgãos públicos. O estudo procurou discutir os fatores associados ao afastamento do trabalho por transtornos mentais. “No Brasil, estes afastamentos estão atrás apenas dos traumas e doenças osteomusculares”, afirma Silva-Júnior, lembrando que, “de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), em alguns anos se tornarão o principal motivo para os trabalhadores se afastarem do trabalho em todo o mundo”. Em 2011, segundo o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), mais de 211 mil pessoas foram afastadas devido ao adoecimento mental por prazo superior a 15 dias e passaram a receber benefício auxílio-doença. “O valor total gasto com pagamento de novos benefícios supera os R$ 200 milhões, o que reforça a necessidade econômica de medidas de prevenção para evitar o adoecimento”. Silva-Junior entrevistou 385 pessoas que foram solicitar benefícios na unidade de perícia do INSS no Glicério (Centro de São Paulo), entre as quais 160 apresentaram transtornos mentais. “Os questionários incluíram perguntas sobre dados sociodemográficos, hábitos e estilos de vida, como fumar, beber e realizar atividades físicas”, conta. “Também foi perguntado o tipo de trabalho desempenhado e há quanto tempo, além da percepção da presença de fatores psicossociais que indicassem a existência de um ambiente de trabalho estressor que pudesse levar ao problema mental. Por fim, os trabalhadores foram questionados sobre sua condição de saúde atual, como excesso de peso ou outros adoecimentos associados”. De acordo com o médico, os maiores riscos de afastamento de trabalho por doenças mentais foram verificados entre mulheres, pessoas que se referiram como de cor branca, com alta escolaridade (mais de 11 anos de estudo), que fumavam muito e apresentavam consumo elevado de bebidas alcóolicas. “Com relação ao ambiente, as pessoas que vivenciavam situações de violência no trabalho tinham mais chances de vir a se afastarem devido a distúrbios mentais”, afirma. “Também houve influência de fatores psicossociais negativos, como a realização de trabalho de alta exigência, no qual estavam envolvidas muitas tarefas, sem controle da parte do trabalhador. A presença de dois ou mais problemas de saúde também aumentava a chance”. Apoio social Silva-Junior ressalta que as chances dos trabalhadores pedirem afastamento são maiores em ambientes onde não há apoio social dos colegas de trabalho. “Além das relações interpessoais serem muito ruins, essas pessoas vivenciam situações onde se esforçam muito e não têm uma recompensa adequada”, observa. “Além disso, um comprometimento excessivo com o trabalho aumenta as chances de acontecerem transtornos mentais incapacitantes”. A pesquisa sugere aos profissionais de saúde e segurança do trabalho um olhar mais atento sobre fatores psicossociais presentes nos locais de trabalho, de modo que possam realizar ações de prevenção das faltas ao trabalho por doença. “O Brasil não possui uma legislação trabalhista específica sobre o tema, considerado um risco ocupacional invisível”, alerta o médico. “A área médica das empresas precisa trabalhar em conjunto com os setores produtivos e de recursos humanos, para identificar situações de risco a fim de propocionar uma condição de trabalho adequada à apacidade do trabalhador”. O médico afirma que os resultados do estudo podem auxiliar na elaboração de políticas públicas da relação entre saúde mental e trabalho. “A pesquisa também recomenda que os dados do Ministério da Previdência Social auxiliem os Ministérios da Saúde e do Trabalho na intensificação da fiscalizção para combater situações agressivas aos trabalhadores”, conclui. O estudo de Silva-Junior é descrito em dissertação de mestrado apresentada na FSP em agosto de 2012, com orientação da professora Frida Marina Fischer. O trabalho foi aceito para apresentação no formato tema livre no 15º Congresso Nacional da Associação Nacional de Medicina do Trabalho , que acontece no mês de maio, em São Paulo. Também deverá participar, no formato pôster, da 23rd Conference on Epidemiology in Occupational Health (EPICOH), que ocorrerá no mês de junho na Holanda. * Publicado originalmente no site Agência USP.


por Júlio Bernardes, da Agência USP
Mais da metade das pessoas que responderam à pesquisa confessaram que fornecem alimentos prejudiciais à saúde de seus bichos. Foto: atalou/Flickr Saúde

Obesidade e alimentação inadequadas diminuem expectativa de vida de animais

[caption id="attachment_85571" align="aligncenter" width="500" caption="Mais da metade das pessoas que responderam à pesquisa confessaram que fornecem alimentos prejudiciais à saúde de seus bichos. Foto: atalou/Flickr"][/caption]   O número de animais de estimação com obesidade tem preocupado veterinários e ativistas no mundo inteiro. Somente no Reino Unido, 18,5 milhões de bichos vão ter a vida mais curta devido ao transtorno, causado pela má alimentação oferecida por seus donos, que, muitas vezes, distribuem doces e frituras no lugar das rações convencionais. Para analisar os efeitos e motivos da obesidade em animais de estimação, um relatório britânico contou com a participação de quase quatro mil donos de cães, gatos e coelhos, 466 médicos e enfermeiros veterinários, além de 553 crianças no Reino Unido. Foi constatado que quase 19 milhões de bichos no país europeu têm hábitos alimentares irregulares, e 13,5 milhões de bichos são alimentados apenas com comidas gordurosas e doces, que aumentam as chances de o animal desenvolver diabetes, artrites e doenças cardíacas decorrentes da obesidade. Mais da metade das pessoas que responderam à pesquisa confessaram que fornecem alimentos prejudiciais à saúde de seus bichos. E o pior: muitas vezes, os donos acreditam que as guloseimas proibidas são recompensas, que podem deixar seus animais de estimação mais felizes. Na verdade, doces e comidas gordurosas trazem efeitos nocivos aos animais até mesmo em curto prazo: fora a predisposição às doenças que podem levar à morte, os pets que mantêm uma dieta inadequada perdem qualidade de vida, graças ao peso do corpo que precisam sustentar. Em função disso, muitos cães têm a capacidade respiratória reduzida e ficam com dificuldades para caminhar e fazer exercícios que contribuem para uma vida mais saudável. * Com informações do Greensavers. ** Publicado originalmente no site CicloVivo.


por Redação do CicloVivo
Envolverde Saúde

Instituto Oswaldo Cruz disponibiliza na internet vídeos informativos sobre o mosquito da dengue

Rio de Janeiro – Um material audiovisual completo sobre o mosquito transmissor da dengue, atualizado e com linguagem simples, acessível a todo tipo de público e disponível na internet. Essa é a proposta do projeto Aedes aegypti – Introdução aos Aspectos Científicos do Vetor, lançado ontem (24) pelo Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz).  São ao todo 10 vídeos com infoirmações sobre o mosquito, um total de uma hora e 20 minutos, divididos em módulos com duração entre dois e 15 minutos cada. Idealizadora do projeto, a pesquisadora Denise Valle explicou que o material é instrutivo e pode ser usado nas escolas.  “Ele foi pensado principalmente para ajudar na sensibilização e na informação dentro das escolas, como suporte para o professor mesmo. Então a gente tem uma série de módulos diferentes, como a biologia do vetor, mitos e verdades, a história, para que servem as armadilhas, novas estratégias de combate ao vetor que estão em desenvolvimento no país também estão contempladas ali”.  Denise disse ainda que o trabalho começou a ser feito em outubro e tem a participação de pesquisadores do Instituto Oswaldo Cruz, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) em Minas Gerais, da Universidade Federal do Rio de Janeiro e da Universidade Federal de Sergipe. “É uma oportunidade que a gente tem de divulgar a boa informação, com conteúdo, em relação ao mosquito da dengue. Uma coisa que preocupa bastante a gente, é que as pessoas às vezes demoram a enxergar a sua própria responsabilidade nesse controle. E que quando percebemos que 80% dos criadouros estão dentro das casas das pessoas, a gente entende que é muito importante que cada um reconheça a sua responsabilidade e faça a sua parte, não delegando simplesmente ao Poder Público”. O material está disponível para visualização e download pelo aqui. * Edição: Aécio Amado. ** Publicado originalmente no site EBC.


por Akemi Nitahara, da Agência Brasil
A África do Sul encabeça os esforços para promover o Método Mãe Canguru, uma fácil intervenção que as mulheres podem colocar em prática. Foto: Ann Hellman/IPS Inter Press Service - Reportagens

O primeiro abraço salva-vidas na África do Sul

[caption id="attachment_84861" align="aligncenter" width="529" caption="A África do Sul encabeça os esforços para promover o Método Mãe Canguru, uma fácil intervenção que as mulheres podem colocar em prática. Foto: Ann Hellman/IPS"][/caption]   Johannesburgo, África do Sul, 25/4/2013 – Karren, uma jovem mãe, que não quis dar seu sobrenome, sorri enquanto amamenta seu recém-nascido no Instituto de Saúde Reprodutiva e HIV da Universidade de Witwatersrand, nesta cidade. Karren recebe as orientações sobre como cuidar de seu bebê de uma enfermeira e logo desfrutará de seus frutos, como o primeiro sorriso e os primeiros passos de seu filho. No entanto, cerca de três milhões de bebês morrem todos os anos em seu primeiro mês de vida por serem prematuros, por complicações no parto e por infecções, segundo a organização Save the Children. Para reverter a tendência, a África do Sul lançará o Plano Global de Ação para Recém-Nascidos, para diretamente reduzir a mortalidade neonatal. Este país encabeça os esforços para promover o Método Mãe Canguru (MMC), uma intervenção de emergência que pode ser colocada em prática pelas mães, segundo Gary Darmstadt, diretor de saúde familiar da Fundação Bill & Melinda Gates. “Foi uma ideia que há alguns anos mudou o paradigma. Já não podemos ignorar os primeiros meses de vida, não há mais desculpas. Agora conhecemos uma série de intervenções simples que têm grande possibilidade de evitar as principais causas de morte em recém-nascidos”, afirmou Darmstadt à IPS. O MMC é a prática de carregar o recém-nascido em contato direto com a pele. Pode começar no hospital e continuar em casa. Costuma facilitar a amamentação, reduzir o risco de infecções graves e mantê-lo quente, o que ajuda a reduzir pela metade a mortalidade de bebês prematuros. Essa prática é ensinada a Karren, mãe de primeira viagem. Os estudos indicam que, praticando o MMC com bebês prematuros, é possível salvar mais de 1.500 vidas por ano em todo o mundo. Outra intervenção fundamental é o uso pré-natal de corticoides para ajudar a desenvolver os pulmões do bebê para que possa respirar ao nascer. Seu uso está generalizado nos países ricos, com incidência de 90% de cobertura nos casos indicados de mulheres com possibilidade de partos prematuros. Sendo utilizado nas nações de renda média e baixa pode salvar mais de mil recém-nascidos diariamente. Darmstadt explicou que houve mudanças destacáveis no tocante à compreensão da mortalidade neonatal e dos métodos de prevenção, mas continuam morrendo recém-nascidos, representando 40% das mortes de menores de cinco anos. “A quantidade de recém-nascidos que morrem na África subsaariana aumentou nos últimos anos, ainda que a mortalidade materna e infantil tenha caído”, destacou. A melhora na prevenção da transmissão do vírus da deficiência imunológica humana (HIV, causador da aids) de mãe para filho e da atenção pediátrica dos infectados conseguiu avanços significativos na redução da mortalidade de menores de cinco anos neste país. Contudo, os avanços enfrentam sistemas de saúde deficientes em países muito afetados por este problema, disse Lee Fairlie, pediatra do Wits Reproductive Health and HIV Institute (WRHI). “A prevenção do HIV recebe mais atenção. A mortalidade infantil também diminuiu graças aos avanços na atenção a esta doença. Porém, é preciso maior concentração no apoio à alimentação pós-natal”, indicou Fairlie. Houve uma queda nas epidemias vinculadas ao HIV, a tuberculose, doenças crônicas e saúde mental, lesões e violência, e saúde materna, neonatal e infantil, ressaltou. A África do Sul tem o maior programa de terapia antirretroviral do mundo e obteve êxitos na implantação de novas formas de diagnóstico da tuberculose, além de melhorar o tratamento e a integração do paciente. Entretanto, Vivian Black, do WRHI, disse à IPS que o sistema de saúde sul-africano ainda enfrenta vários desafios, como falta de pessoal e um ineficiente mecanismo de coleta de dados, que pode impedir o registro de alguns casos de mortes. As autoridades de saúde foram negligentes na hora de coletar de forma adequada informação detalhada sobre casos de mortalidade materna que poderiam ajudar a desenhar políticas. “Algumas mulheres não conhecem seus direitos como pacientes. Temos que incentivá-las a conhecê-los”, enfatizou. A África do Sul pode aprender sobre redução da mortalidade infantil com outros países da região, como Ruanda e Malawi, segundo Koki Agarwal, diretora do Programa Integrado de Saúde Materna e Infantil, uma associação de organizações que conta com fundos da Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (Usaid). Nesses países também foi criada a figura do trabalhador da saúde comunitário, que atende mulheres grávidas e registram informação sobre mortes, pré-natal, pós-natal e neonatais. O sistema de saúde de Malawi é defendido especialmente pela presidente Joyce Banda, que “fez muito para oferecer assistência primária de saúde e apoiou o MMC”, pontuou Darmstadt. Ruanda também obteve grandes êxitos na redução da mortalidade materna e infantil. Graças a um programa que incentiva as ruandesas a receberem atenção pré-natal com pessoal qualificado e intervenções como o MMC, esse país está perto de cumprir as metas de reduzir a mortalidade infantil e melhorar a saúde materna, incluídas nos oito Objetivos de Desenvolvimento do Milênio, que vencem em 2015. “O caso nutricional da mãe antes e durante a gravidez contribui para definir sua saúde, bem como a de seu bebê e as possibilidades de sobrevivência deste, ao nascer e depois”, apontou Agarwal, que, além de especialista em saúde materna e reprodutiva, também é vice-presidente da Jhiego, principal sócia do Programa Integrado de Saúde Materna e Infantil e associada à Universidade John Hopkins, dos Estados Unidos. Agarwal acrescentou que no Quênia o Programa Integrado de Saúde Materna e Infantil “guia a tarefa dos trabalhadores comunitários no sentido de incentivar as mulheres grávidas, e depois com seus bebês, a buscar atendimento médico”. Envolverde/IPS 


por Stanley Karombo, da IPS
crianca Saúde

Malária mata uma criança por minuto na África

[caption id="attachment_84946" align="alignleft" width="300" caption="Foto: Unicef"][/caption] Secretário-Geral afirma que existe um déficit mundial de US$ 3 bilhões para combater doença; Dia Mundial da Malária é esta quinta-feira. No Dia Mundial da Malária, a ONU está fazendo um alerta sobre as vítimas diárias da doença e a falta de fundos para combater novos casos. Segundo o Secretário-Geral, a malária mata uma criança a cada minuto no continente africano. Em mensagem para marcar a data, neste 25 de abril, Ban Ki-moon destacou que 50 países estão trabalhando para reduzir os casos de malária em 75% até 2015. Resistência Mas ele lembra que a doença continua afetando de forma severa os países menos desenvolvidos, principalmente na África, e que milhões de pessoas continuam sem acesso a tratamentos que podem salvar vidas. O Secretário-Geral destaca ainda que fica mais difícil combater a malária com o aumento de parasitas resistentes a medicamentos e de mosquitos que resistem a inseticidas. Transmissão Segundo a Organização Mundial da Saúde, OMS, faltam US$ 3 bilhões por ano para atingir acesso universal à prevenção, diagnóstico e tratamento da doença. Ban Ki-moon afirma que o déficit dificulta as intervenções na África, em especial a distribuição de mosquiteiros com inseticidas. Neste ano, o tema do Dia Mundial da Malária é "Invista no Futuro. Combata a Malária". O chefe da ONU lembra que controlar a doença melhora a saúde humana, o bem-estar social e o desenvolvimento econômico. No ano passado, a transmissão da malária foi registrada em 99 países, de acordo com a OMS. A estimativa da agência é de 219 milhões de casos ocorridos em 2010, sendo que 660 mil pessoas morreram, a maioria crianças menores de cinco anos de idade. * Publicado originalmente no site Rádio ONU.


por Leda Letra, da Rádio ONU
poluicao Saúde

Aumento de poluição tem efeito sobre controle cardiovascular

[caption id="attachment_84934" align="alignleft" width="280" caption="Controladores de tráfego e taxistas são afetados por variação dos poluentes. Foto: Marcos Santos / USP Imagens"][/caption] Em maior contato com a poluição do que os cidadãos comuns, trabalhadores do tráfego apresentam alterações em sua frequência cardíaca durante o repouso, como resposta a pequenas variações das concentrações de poluentes no ar. Segundo o fisioterapeuta Daniel Antunes Alveno, autor da pesquisa O efeito da poluição na variabilidade da frequência cardíaca de controladores de tráfego e taxistas na cidade de São Paulo, a constatação surpreende, considerada a exposição crônica dos controladores de trânsito e taxistas à poluição. Em pessoas menos expostas, os efeitos da poluição são sentidos apenas durante o exercício físico. Desenvolvida no Hospital das Clínicas (HC) da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP), a dissertação de mestrado de Alveno buscou entender como a poluição age sobre o sistema cardiovascular desses trabalhadores. A pesquisa considerou dados de 75 pessoas selecionadas em triagem no HC. Desses, 57 pertenciam ao grupo de trabalhadores do tráfego e os outros 18, constituindo uma espécie de grupo de controle, eram funcionários do Horto Florestal de São Paulo, localizado a mais de 12 quilômetros (km) do centro da cidade. Os participantes foram submetidos a quatro avaliações consecutivas no período de um mês, sendo uma por semana, em diferentes dias da semana. O procedimento era simples: no dia anterior à avaliação, os profissionais deveriam buscar, no HC, um medidor de poluição que ficaria junto a eles por 24 horas, “para que fosse coletada a poluição a que eram expostos da forma mais próxima ao real”, relata Alveno. No dia seguinte, os trabalhadores devolviam o aparelho para análise e passavam por uma avaliação de sua frequência cardíaca em duas fases: repouso e exercício, momentos controlados de maneiras diferentes por uma parte do sistema nervoso denominada Sistema Nervoso Autonômo (SNA), responsável por regular as funções involuntárias do organismo, entre elas os batimentos cardíacos. Sistemas Simpático e Parassimpático O SNA é subdividido em outros dois sistemas com funções antagônicas: o Sistema Nervoso Simpático (SNS), que estimula respostas do corpo a situações de estresse, incluindo exercícios físicos, acelera respiração e batimentos cardíacos, aumenta as concentrações de adrenalina e açúcar no organismo e ativa o metabolismo geral do corpo; e o Sistema Nervoso Parassimpático (SNP), que toma conta das atividades que respondem a situações calmas, desacelera coração e respiração, diminui pressão arterial, adrenalina e açúcar no sangue. A interação e equilíbrio dos dois sistemas pode ser analisada por um componente denominado variabilidade da frequência cardíaca (VFC), que mede a diferença entre as frequências dos batimentos sob os estímulos nervosos simpático e parassimpático. O cenário ideal, que indica uma pessoa com sistema cardiovascular saudável, é a alta VFC. Por sua vez, a redução da VFC, com prevalência do SNS sobre o SNP, indica alteração das funções autônomas do organismo,seja por agentes internos ou externos. Alterações na VFC “Os trabalhadores do tráfego tiveram uma redução da atividade do sistema parassimpático durante o repouso”, conta o pesquisador. “A primeira resposta esperada seria que esses profissionais tivessem um amento do [funcionamento do sistema] simpático. Mas como eles já possuem um nível alto de estresse, a resposta é a redução do parassimpático”, completa. Com o aumento dos níveis de poluição, os efeitos são ainda mais agudos. Por sua vez, os funcionários do Horto Florestal, expostos a menos da metade da poluição a que o outro grupo é submetido diariamente tem redução parassimpática apenas durante o exercício, quando submetidos a um estresse cardiovascular, embora também apresentem prevalência das atividades do SNS durante o repouso. Essa prevalência do SNS mesmo no grupo dos trabalhadores florestais se dá pois, apesar de estarem expostos a uma quantidade menor de poluentes que o outro grupo, ainda assim estão sujeitos à quantidades significativas de poluição acima do recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para baixo risco de doenças cardiovasculares (10 microgramas por metro cúbico de ar). A diminuição da VFC, ressalta o pesquisador, não indica a presença de alguma doença. “A variabilidade da frequência cardíaca é uma resposta fisiológica a esse aumento da poluição”, diz. No entanto, os dados do estudo demonstram que pessoas com problemas como hipertensão, diabetes e obesidade — chamadas comorbidades —, além de aparecerem em grande quantidade na população estudada, correspondem justamente ao grupo que teve respostas ainda mais intensas ao aumento da concentração de poluentes. “Não se sabe se a poluição é agente causador ou agravador dessas comorbidades, mas quem é muito exposto à poluição pode ter maior tendência ao aumento e agravamento dessas enfermidades”, avalia o fisioterapeuta. * Publicado originalmente no site Agência USP.


por Bruna Romão, da Agência USP
pipoca Saúde

Pipoca faz bem para a saúde e combate o envelhecimento

Popular no mundo inteiro, a pipoca esconde muitos benefícios para a saúde. Além de ser um potente cereal integral, o grão estourado tem altas concentrações de polifenóis, propriedades eficientes no combate ao envelhecimento. Porém, para não prejudicar a boa forma, é preciso ficar longe dos vilões, como a manteiga, o óleo e os corantes. A quantidade de antioxidantes presentes na pipoca supera até mesmo o milho verde, que apresenta 114mg de polifenóis por porção. Enquanto isso, o grão estourado tem até 300mg da propriedade antioxidante, responsável por aliviar o envelhecimento do corpo. De acordo com nutricionistas estadunidenses, uma porção de pipoca fornece 13% da taxa diária de polifenóis recomendada para um adulto. E não para por aí: um estudo elaborado nos EUA afirma que uma porção de pipoca oferece mais de 70% da recomendação diária de cereais integrais. Fácil de encontrar, o grão é um dos poucos cereais totalmente integrais e sem nenhum tipo de processamento industrial disponível no mercado, mais nutritivo que os cereais de caixa, barrinhas e até mesmo a granola. A pipoca pode até ser um lanche sustentável, mas é preciso tomar cuidado. Para manter o corpo sempre saudável e em boa forma, é melhor não comprar o grão estourado nos cinemas e nas ruas, e evitar a pipoca cheia de manteiga, caramelo, corantes e temperos. Em casa, é preciso abrir mão dos saquinhos para micro-ondas, que têm mais de 40% de gordura. O grão estourado na pipoqueira é um dos modos mais saudáveis, e, agora, vamos ensinar como preparar o cereal sem utilizar óleo de cozinha: Ingredientes ½ xícara (chá) de milho para pipoca ¼ xícara (chá) de água Sal a gosto Modo de fazer Em um refratário próprio para micro-ondas, coloque o milho para pipoca, água, sal e mexa com uma colher. Cubra o refratário com papel filme e coloque no micro-ondas. Ligue o aparelho em alta potência por dez minutos, e depois retire o refratário do micro-ondas. Jogue fora o papel filme e sirva a pipoca salgada. * Com informações do Treehugger e do Blog da Ana Maria Braga. ** Publicado originalmente no site CicloVivo.


por Redação do CicloVivo

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sustentabilidade

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Reduza o consumo de papel. Imprima na versão frente e verso.
Diminua custos de limpeza, adotando produtos biodegradáveis e receitas caseiras
Utilize a água usada na lavadora de roupa para lavar o chão da área de serviço, do quintal e da cozinha.
Utilize sabão ou detergente biodegradável, que não poluem os rios porque se decompõem mais facilmente.
Evite a geração de lixo e a produção desnecessária de produtos. Cancele as correspondências que você não lê.
Recolha as roupas do varal com cuidado para não amassar muito e depois dobre. Isso facilita na hora de passar e reduz o tempo de uso do ferro.
Economize. Permanecer 15 minutos com a mangueira aberta pode gastar até 280 litros de água.
Procure ler seus e-mails na tela do computador. Não imprima nada sem absoluta necessidade.
Prefira tecnologias limpas e de baixo consumo energético.
Diminua custos de limpeza, adotando produtos biodegradáveis e receitas caseiras

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Observações

 
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O governo escocês aprovou a construção da maior usina de energia a partir das ondas no mundo. O projeto faz parte do esforço do país em reduzir a dependência de combustíveis fósseis.

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Com a ajuda de um microscópio eletrônico, o artista japonês Susumu Nishinaga aprendeu a capturar detalhes peculiares de flores, invisíveis a olho nu. Foto: Divulgação

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Novo guia sobre aves da Mata Atlântica é lançado no Brasil. O material apresenta 100 espécies de pássaros. Foto: Haroldo Palo Jr

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Filhote de panda brinca com a mãe em centro de reprodução na China. Instituição de pesquisa de Chengdu tenta salvar espécie da extinção.

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Falta de lixo em Oslo, Noruega, pode comprometer geração de eletricidade. Pouca produção de resíduos de outros países pode afetar usinas.

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Derretimento de geleiras não-polares causa 30% da elevação do mar. Dado foi apresentado em estudo na revista ‘Science’.

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Austrália quer proibir fertilização do oceano com sulfato de ferro. Método reduziria acidificação e combateria efeitos da mudança do clima.

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Já pensou em vender ou comprar sobras de comida através da internet? Esta é a ideia da plataforma virtual Shareyourmeal, uma forma interativa de combater o desperdício de alimentos. Saiba mais aqui.

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CET de São Paulo abres inscrições para o curso “Pedalar com Segurança”. Saiba mais.

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Cerca de 62% dos acidentes da exploração de petróleo offshore aconteceram em plataformas com mais de trinta anos. Novo site do Greenpeace vai monitorar ocorrências no pré-sal.