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	<description>Jornalismo &#38; Sustentabilidade</description>
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		<title>Imagem do dia</title>
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		<pubDate>Fri, 24 May 2013 15:06:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>talita</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O governo escocês aprovou a construção da maior usina de energia a partir das ondas no mundo. O projeto faz parte do esforço do país em reduzir a dependência de combustíveis fósseis.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O governo escocês aprovou a construção da maior usina de energia a partir das ondas no mundo. O projeto faz parte do esforço do país em reduzir a dependência de combustíveis fósseis.</p>
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		<title>O Planeta Terra é Você (El Planeta Tierra Eres Tu) BR</title>
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		<pubDate>Fri, 24 May 2013 14:52:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>talita</dc:creator>
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		<title></title>
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		<pubDate>Fri, 24 May 2013 14:45:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>juliana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Hoje os destaques da Envolverde estão no caderno Educação. Há ainda novidades no Facebook. Confira! Começa hoje, em São Paulo, o Viva Mata: evento gratuito que busca promover a troca de informações entre os que lutam pela conservação da Mata Atlântica. Saiba mais aqui e participe!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Hoje os destaques da Envolverde estão no caderno <a href="http://envolverde.com.br/category/educacao/" target="_blank">Educação</a>. Há ainda novidades no <a href="https://www.facebook.com/envolverde" target="_blank">Facebook</a>. Confira!</em></p>
<p><em>Começa hoje, em São Paulo, o Viva Mata: evento gratuito que busca promover a troca de informações entre os que lutam pela conservação da Mata Atlântica. Saiba mais <a href="http://envolverde.com.br/agenda/viva-a-mata-2013-realiza-agendamento-para-visitas-monitoradas/" target="_blank">aqui</a> e participe!</em></p>
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		<title>Site oferece banco com 15 mil questões para professor</title>
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		<pubDate>Fri, 24 May 2013 14:01:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>juliana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quem é professor sabe o trabalho que é elaborar provas diferentes sobre o mesmo assunto para ser aplicadas no mesmo dia. Não podem ser iguaizinhas, já que os primeiros a fazer podem contar para os últimos o que caiu, nem muito díspares, para não causar injustiças. Pensando nessa dificuldade cotidiana do professor, o Descomplica, site [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quem é professor sabe o trabalho que é elaborar provas diferentes sobre o mesmo assunto para ser aplicadas no mesmo dia. Não podem ser iguaizinhas, já que os primeiros a fazer podem contar para os últimos o que caiu, nem muito díspares, para não causar injustiças. Pensando nessa dificuldade cotidiana do professor, o <a href="http://porvir.org/wiki/descomplica" target="_blank">Descomplica,</a> site que oferece videoaulas à preparação para o Enem, vai disponibilizar, a partir do dia 29/5, segunda-feira, o Descomplica Questões, um banco com 15 mil questões de múltipla escolha com todas as disciplinas do ensino médio. “Nossa missão é sempre simplificar. Em vez de levar uma hora e meia elaborando uma prova, o professor vai poder fazer isso em 15 minutos”, afirma Marco Fisbhen, CEO do Descomplica.</p>
<p>A nova ferramenta, apresentada durante a Educar Educador, permite que qualquer interessado se inscreva gratuitamente e acesse o banco. “Plataformas como essa já existem, mas normalmente são engessadas e caras. Essa é uma solução grátis e eficiente”, diz Fisbhen. Uma vez na plataforma, os professores poderão filtrar as questões por disciplina, assunto e grau de dificuldade – fáceis, médias e difíceis. “O bacana é que os professores podem estruturar suas provas de modo interdisciplinar, misturando, por exemplo, questões de história e geografia”, afirma Rafael Cunha, que dá aulas de redação no Descomplica.</p>
<div id="attachment_88050" class="wp-caption aligncenter" style="width: 640px"><a href="http://envolverde.com.br/portal/wp-content/uploads/2013/05/questoes.jpg"><img class="size-full wp-image-88050" title="questoes" src="http://envolverde.com.br/portal/wp-content/uploads/2013/05/questoes.jpg" alt="questoes Site oferece banco com 15 mil questões para professor" width="630" height="288" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Fotolia.com</p></div>
<p>O professor também pode eleger um assunto específico (de Realismo, em português, a Ditadura Militar, em história) ou até mesmo escolher questões a partir de centenas de instituições de ensino superior do país, como a Universidade Presbiteriana Mackenzie, a Universidade Federal de Viçosa, a ESPM, entre outras.</p>
<p>Na versão disponível a partir de segunda-feira, o professor também pode selecionar as questões, montar a prova e imprimi-la. Todas as questões que ele selecionar ficam arquivadas, de forma que ele tenha acesso ao número de vezes que já a utilizou. Também será possível duplicar provas, substituindo algumas questões, ajudando exatamente aquele professor que tem que elaborar provas para turmas de mesmas séries.</p>
<p>Para um futuro próximo, já estão previstas a inserção de novas funcionalidades. Numa delas, o professor poderá montar um grupo, selecionar as questões, gerar um link de prova e enviá-lo por e-mail, para que seja resolvida on-line. Quando isso acontecer, o professor terá acesso aos resultados detalhados dos alunos, saberá qual é o assunto que a turma mais errou e poderá escolher com mais embasamento que matérias precisam ser revisadas. Paralelamente, o professor que quiser também poderá inserir questões próprias no banco, para serem usadas por outros educadores.</p>
<p><strong>Versão paga</strong></p>
<p>Outra novidade são as aulas e as monitorias, ao vivo, que passam a acontecer diariamente, a partir de um calendário pré-estabelecido. A ideia do recurso é servir como um chat on-line, com a presença de um moderador, onde é possível compartilhar mensagens com outros estudantes e fazer perguntas em tempo real para o professor.</p>
<p>O Descomplica funciona em um formato de assinatura que varia entre R$15 e R$20 mensais, de acordo com o plano que o aluno escolher – que pode ser semanal, mensal ou semestral.</p>
<p><em>* Publicado originalmente no site <a href="http://porvir.org/porfazer/descomplica-lanca-ferramenta-foco-professor/20130523" target="_blank">O Porvir</a>.</em></p>
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		<title>Escola divide com os pais a responsabilidade de educar</title>
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		<pubDate>Fri, 24 May 2013 14:00:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>juliana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
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		<description><![CDATA[A presença da família é considerada muito importante na Escola Estadual Professora Alice Barbosa Pacheco, em Campo Verde, município do sudeste de Mato Grosso. Todos os projetos realizados pela instituição visam à aproximação entre os pais e a escola para que eles participem da vida escolar dos filhos. “Não dá para pensar em uma educação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_88061" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://envolverde.com.br/portal/wp-content/uploads/2013/05/familia.jpg"><img class="size-medium wp-image-88061" title="familia" src="http://envolverde.com.br/portal/wp-content/uploads/2013/05/familia-300x224.jpg" alt="familia 300x224 Escola divide com os pais a responsabilidade de educar" width="300" height="224" /></a><p class="wp-caption-text">A família é muito importante para a Escola Estadual Professora Alice Barbosa Pacheco. Foto: Arquivo da escola</p></div>
<p>A presença da família é considerada muito importante na Escola Estadual Professora Alice Barbosa Pacheco, em Campo Verde, município do sudeste de Mato Grosso. Todos os projetos realizados pela instituição visam à aproximação entre os pais e a escola para que eles participem da vida escolar dos filhos.</p>
<p>“Não dá para pensar em uma educação de alta qualidade se a escola não considerar a família como parte essencial do processo”, diz Marly Gomes da Silva, professora de geografia e história em turmas do ensino fundamental e médio e da educação de jovens e adultos. Segundo ela, para o sucesso dos educandos é primordial que pais e escola deem as mãos em um trabalho em equipe.</p>
<p>Na visão de Marly, a família e a escola são responsáveis pela educação das crianças. “A educação será mais eficaz quanto mais em sintonia ambos estiverem”, acredita. Há seis anos no magistério, a professora tem licenciatura plena em geografia e pós-graduação em educação ambiental.</p>
<p>Elaine Guimarães Bonfim, professora de português e espanhol, há quatro meses desempenha a função de coordenadora do ensino fundamental e médio. Ela entende que a escola só terá sucesso total na tarefa de formar bons cidadãos se contar com o apoio da família. Entre as ações de aproximação, Elaine cita reuniões periódicas de pais e mestres, palestras sobre temas relacionados à educação dos filhos e apresentações de projetos pedagógicos e culturais. Com experiência de seis anos no magistério, ela é formada em letras e pós-graduada em metodologia de ensino de linguagens.</p>
<p><strong>Empenho —</strong> Professora de ensino fundamental e médio, Lusiane Roegelin Aoki dá aulas de português e espanhol e também é professora multidisciplinar. Ela acredita que a presença da família na escola é importante para o acompanhamento do processo pedagógico e dos resultados da aprendizagem. “Quando a família mostra interesse e participa, o estudante empenha-se para que o resultado seja significativo, pois sabe que alguém está assistindo seu esforço”, salienta.</p>
<p>Segundo Lusiane, todas as atividades pedagógicas — leitura, trabalhos e avaliações — necessitam do acompanhamento e da participação indireta da família. Ela já trabalhou com projetos de produção de textos e construção de páginas on-line de relacionamento que exigiam o acompanhamento da família. Este ano, a professora trabalha na elaboração de projeto no qual os alunos têm de envolver os pais em atividades de leitura. Graduada em letras, ela tem pós-graduação em metodologia do ensino da língua espanhola. (Fátima Schenini)</p>
<p>Saiba mais no <a href="https://www.facebook.com/pages/Escola-Estadual-Alice-Barbosa-Pacheco/467852099925649" target="_blank">Facebook </a>e no <a href="http://informativoalicebarbosa.blogspot.com.br/" target="_blank">Blog</a> da EE Professora Alice Barbosa Pacheco.</p>
<p><em>* Publicado originalmente no <a href="http://portaldoprofessor.mec.gov.br/conteudoJornal.html?idConteudo=2784" target="_blank">Portal do Professor</a>.</em></p>
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		<title>Cidade de Belo Horizonte recebe Prêmio da ONU sobre desastres naturais</title>
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		<pubDate>Fri, 24 May 2013 13:56:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>talita</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A distinção ONU Sasakawa, entregue a cada dois anos, contemplou também a Aliança Nacional para Redução de Desastres de Bangladesh; cada um recebeu US$ 20 mil, equivalentes a mais de R$ 40 mil. Belo Horizonte recebeu o Prêmio ONU Sasakawa por promover a cooperação na prevenção de desastres naturais. A capital mineira foi contemplada ao [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_88047" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://envolverde.com.br/portal/wp-content/uploads/2013/05/n315.jpg"><img class="size-medium wp-image-88047" title="n3" src="http://envolverde.com.br/portal/wp-content/uploads/2013/05/n315-300x217.jpg" alt="n315 300x217 Cidade de Belo Horizonte recebe Prêmio da ONU sobre desastres naturais" width="300" height="217" /></a><p class="wp-caption-text">Parque Nacional, BH. Foto: Prefeitura de BH</p></div>
<p>A distinção ONU Sasakawa, entregue a cada dois anos, contemplou também a Aliança Nacional para Redução de Desastres de Bangladesh; cada um recebeu US$ 20 mil, equivalentes a mais de R$ 40 mil.</p>
<p>Belo Horizonte recebeu o Prêmio ONU Sasakawa por promover a cooperação na prevenção de desastres naturais.</p>
<p>A capital mineira foi contemplada ao lado da Associação Nacional para Redução do Risco de Desastres, de Bangladesh.</p>
<p><strong>Empresas e ONGs</strong></p>
<p>A nação asiática e o Brasil dividiram o prêmio por estarem entre os países mais propensos a acidentes naturais.</p>
<p>A entrega foi feita pela chefe do Escritório da ONU para Redução do Risco de Desastres, Margareta Wahlström, e contou com a presença do patrocinador e presidente da Fundação Nippon, Yohei Sasakawa.</p>
<p>Este ano, o tema da distinção &#8220;Agindo Unidos&#8221;, numa tradução livre, inspirou-se nas ações que ocorreram após o tsunami e o terremoto do Japão, em 2011. Segundo Sasakawa, empresas e ONGs cooperaram com o treinamento sobre a operação de abrigos para pessoas com deficiência.</p>
<p><strong>Inspeção Regular</strong></p>
<p>O trabalho da cidade de Belo Horizonte com a população para monitorar 80 pontos de risco de enchentes e várias áreas de deslizamento chamou a atenção dos organizadores do Prêmio da ONU.</p>
<p>Segundo eles, a capital mineira está engajando a participação de moradores, empresas públicas e privadas na inspeção regular dessas áreas propensas a cheias.</p>
<p>No caso da Associação de Bangladesh, o Prêmio foi concedido pelas campanhas de conscientização na mídia bengalesa, que buscam a ajuda da população na prevenção de desastres naturais.</p>
<p><strong>Suécia, Irã e Filipinas</strong></p>
<p>Outras distinções como cartas de mérito foram entregues à Organização de Mitigação e Gerenciamento de Desastrres de Teerã, no Irã, que ajuda a reduzir o risco de acidentes em casa e no trabalho, assim como a Prefeitura de São Bernardo, nas Filipinas.</p>
<p>A cidade de Karlstad na Suécia também foi agraciada por uma página na internet sore o risco de cheias.</p>
<p>A cidade de Belo Horizonte e a Associação Nacional de Bangladesh receberam a quantia de US$ 20 mil cada uma, equivalentes a mais de R$ 40 mil.</p>
<p><em>* Publicado originalmente no site <a href="http://www.unmultimedia.org/radio/portuguese/2013/05/cidade-de-belo-horizonte-recebe-premio-da-onu-sobre-desastres-naturais/" target="_blank">Rádio ONU</a>.</em></p>
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		<title>Nação monoglota</title>
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		<pubDate>Fri, 24 May 2013 13:55:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>juliana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O ensino de língua estrangeira no Brasil não ajuda a melhorar a baixa proficiência dos alunos. Ver e rever o verbo to be. É assim que a estudante de construção civil, Mayara Ferreira, de 21 anos, define as aulas de inglês que teve durante o Ensino Fundamental e Médio, ambos cursados na rede pública. A [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_88077" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://envolverde.com.br/portal/wp-content/uploads/2013/05/Gretel1.jpg"><img class="size-medium wp-image-88077" title="Gretel" src="http://envolverde.com.br/portal/wp-content/uploads/2013/05/Gretel1-300x199.jpg" alt="Gretel1 300x199 Nação monoglota" width="300" height="199" /></a><p class="wp-caption-text">Alunos reclamam o conteúdo ultrapassado e aulas baseadas em tradução. Segundo Gretel(foto), o professor acaba preso ao molde tradicional. Foto: Veronica Manevy</p></div>
<p><em>O ensino de língua estrangeira no Brasil não ajuda a melhorar a baixa proficiência dos alunos.</em></p>
<p>Ver e rever o verbo to be. É assim que a estudante de construção civil, Mayara Ferreira, de 21 anos, define as aulas de inglês que teve durante o Ensino Fundamental e Médio, ambos cursados na rede pública. A estudante começou a ter aulas da língua estrangeira no sexto ano, mas a ausência de uma metodologia adequada e professores qualificados colaborou para que ela se formasse apenas com uma vaga noção do idioma. Entre suas principais queixas: a mesmice dos conteúdos, aulas baseadas na tradução e professores que pareciam não ligar para a evolução dos alunos. “Sempre gostei de estudar, mas as aulas de inglês não tinham credibilidade, era uma bagunça. No Ensino Médio, era comum os alunos saírem da sala quando ia ter aula. A gente pensava “não vamos aprender nada mesmo, vai ser verbo to be de novo”.</p>
<p>O desinteresse não acontece apenas na escola pública. Aluno do primeiro ano do Ensino Médio, Felipe Pessanha, de 15 anos, sempre estudou em escolas particulares em Belo Horizonte. Ele conta que adquiriu mais conhecimento sobre a língua inglesa sozinho do que na escola: “As aulas serviam só para aprender o básico e, mesmo assim, muitos alunos saiam sem entender nada. Quem quisesse realmente aprender alguma coisa tinha de procurar um curso ou pesquisar sozinho”.</p>
<p>A dificuldade em aprender inglês enfrentada por Mayara e Felipe compõe um cenário muito mais amplo e preocupante no Brasil. Segundo o estudo publicado em agosto de 2012 pela British Council, ONG do Reino Unido para oportunidades educacionais e culturais no Brasil, apenas 5% da população brasileira pode ser considerada fluente na língua.</p>
<p>A baixa desenvoltura dos brasileiros também foi comprovada pelo EPI 2012 – Índice de Proficiência em Inglês, realizado pela EF Education First, escola especializada no ensino de idiomas e intercâmbios, que avaliou a gramática, vocabulário, leitura e compreensão de 1,7 milhão de adultos de 54 países.</p>
<p>O Brasil figurou na 46ª posição do ranking com uma avaliação de proficiência muito baixa, caindo 15 posições em relação ao último estudo, de 2011. “Um falante com proficiência muito baixa é capaz de se comunicar de forma simples, entender frases isoladas contendo informações rotineiras, mas não consegue desenvolver uma conversa ou discorrer sobre assuntos mais complexos”, explica Luciano Timm, diretor de marketing da EF no Brasil e porta-voz do EPI.</p>
<p>A deficiência do aluno brasileiro em língua estrangeira também salta aos olhos quando se observa a distribuição geográfica dos bolsistas do programa Ciência sem Fronteiras: Portugal é o segundo destino mais visado, atrás apenas dos Estados Unidos. Mais do que a quantidade e excelência das universidades portuguesas, a falta de domínio de um segundo idioma ajuda a explicar a preferência dos estudantes brasileiros.</p>
<p>Por esse motivo, o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, declarou em abril que Portugal não estará mais entre as opções de destino. Provisória, a medida já vale para os editais abertos neste semestre e tem como objetivo estimular o aprendizado de outras línguas.</p>
<p>Criado em 2011 pelo governo federal, o Ciência sem Fronteiras oferece bolsas de estudo para alunos de graduação, pós-graduação e pesquisadores de áreas estratégicas (como ciências exatas e engenharia) em universidades estrangeiras. Ao menos 38 países fazem parte do leque de opções universitárias, mas a barreira linguística acaba se tornando um impeditivo, já que é necessário comprovar um nível mínimo de proficiência para pleitear a bolsa. “É vergonhoso. Todo mundo só quer ir a Portugal, fica uma pobreza de demanda em termos de divulgação da pesquisa no Brasil”, lamenta Fernanda Liberali, professora do departamento de Inglês e do programa de pós-graduação em Linguística Aplicada e Estudos da Linguagem da PUC-SP.</p>
<p>Prestes a receber eventos esportivos internacionais como a Copa do Mundo e as Olimpíadas, o Brasil sente ainda mais a necessidade de falar outra língua diante do grande número de turistas que passarão pelo País. A Wise Up, patrocinadora oficial da Copa, avaliará o inglês dos voluntários, que receberão as oportunidades de trabalho de acordo com seu nível de inglês.</p>
<p>A baixa proficiência do brasileiro também impacta a competitividade econômica. No estudo do EPI, o Brasil apresentou o pior desempenho entre os membros do BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) e, de acordo com uma pesquisa realizada pela Catho, empresa especializada em Recursos Humanos, apenas 8% dos executivos brasileiros são capazes de falar e escrever em inglês de forma fluente; 24% têm dificuldades em compreender ou se comunicar em inglês.</p>
<p>“Uma competência linguística limitada tem um impacto bastante negativo tanto no desenvolvimento profissional de cada indivíduo quanto também no crescimento do País. Oportunidades de negócios podem ser perdidas, relações profissionais podem ser prejudicadas e a falta de independência é maximizada”, explica Vinícius Nobre, gerente do departamento acadêmico da Cultura Inglesa.</p>
<p><strong>Falta de preparo e desvalorização</strong></p>
<p>As raízes da falta de domínio do estudante brasileiro podem ser encontradas na formação do professor e no espaço reservado à disciplina na grade curricular. O inglês, e mais recentemente o espanhol, amargam há tempos a condição de patinho feio da grade curricular da escola. Só a partir de 2010, por exemplo, o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) passou a cobrar questões específicas de inglês ou espanhol na prova. Os materiais didáticos também só passaram por uma avaliação do MEC nos últimos anos, a partir da inclusão no Programa Nacional do Livro Didático (PNLD).</p>
<p>Em geral, a carga horária de língua estrangeira é reduzida: uma aula por semana ou, rara exceção, duas. “Há salas com 50 alunos. Isso é uma realidade em todas as disciplinas, mas em língua estrangeira é improdutivo”, analisa Gretel Eres Fernández, da Faculdade de Educação da USP e consultora das Orientações Curriculares de Espanhol para o Ensino Médio.</p>
<p>Desvalorizada historicamente dentro da escola, apesar da crescente demanda do mercado e da Academia, a língua estrangeira ensinada na escola ainda é cercada de mitos. “Os alunos já acham que o inglês não se aprende na escola, os outros professores acham que o professor de inglês só ensina o verbo to be, se uma disciplina precisa ser retirada do horário, sempre é o inglês”, elenca Sirlene Aparecida Aarão, professora em escolas particulares do Ensino Médio e autora de materiais didáticos da disciplina. “Os próprios coordenadores muitas vezes não sabem a língua e não têm condições de avaliar se o nível do profissional é ou não adequado”, afirma Fernanda Liberali.</p>
<p>Embora seja uma área considerada prioritária pelo governo, o número de matrículas nos cursos de licenciatura está em queda. O desinteresse pela docência também atinge aqueles voltados para o ensino de línguas. Tal situação tem causado o fechamento de cursos de Letras por falta de alunos e em alguns estados faltam professores. Os cursos também enfrentam o ingresso de estudantes sem domínio anterior da língua estrangeira. Lucilene Fonseca, doutora em Linguística Aplicada e Estudos da Linguagem pela PUC-SP, trabalhou em cursos de formação de professores e relata o despreparo dos futuros docentes: “Eles têm medo de falar a língua, pois não têm fluência e segurança, e isso se reflete nas aulas de idiomas nas escolas, que se tornam completamente enfadonhas para o aluno”.</p>
<p>A graduação deveria ser o momento para o professor aprofundar e discutir questões linguísticas e de ensino em profundidade, porém, como ele ingressa sem conhecimentos, é no curso que ele vai aprender o idioma”, afirma Gretel. O problema é que o tempo reservado para aprender a língua é reduzido: em média, os cursos de espanhol dedicam 400 horas para língua estrangeira, exemplo que pode ser estendido para os demais idiomas.</p>
<p>O despreparo do professor limita sua atuação em sala de aula e desestimula os alunos. “Hoje, a língua inglesa não é utilizada como base da comunicação em sala de aula. O professor e os alunos se comunicam em português e apenas falam sobre o idioma, mas analisar a língua não leva à fluência e sim às práticas comunicativas do dia a dia. Esse modelo baseado na tradução é prejudicial, pois o aluno fica sem a vivência do idioma”, explica Renata Quirino de Souza, consultora de Educação e integrante do projeto Pacto pela Alfabetização na Idade Certa.</p>
<p>A falta de identidade da disciplina e de uma política nacional capaz de articulá-la também é apontada como entrave para aulas de idiomas mais eficientes. Nas grandes escolas particulares, por exemplo, a abordagem costuma ser irregular ao longo do Ensino Médio. “Até o segundo ano, o aluno estudava com livros importados e era dividido por nível de proficiência. No terceiro ano muda o enfoque para a leitura, por causa do vestibular”, conta Sirlene.</p>
<p>A inexistência de uma política nacional e estadual para o ensino de línguas no Brasil, segundo Gretel, deixa o professor perdido: “Não sabemos o que pretendemos ensinar para o estudante. Hoje estamos caminhando sem rumo”.</p>
<p>Para Vinícius Nobre, da Cultura Inglesa, o ensino da língua no País ainda é muito desvalorizado e tem como grande obstáculo a falta de um órgão legislador que garanta a qualidade dos serviços prestados pelas escolas particulares e profissionais do ensino de inglês. “Temos inúmeros exemplos, nas iniciativas privada e pública, de práticas que não preenchem os requisitos básicos para o ensino eficiente de um idioma estrangeiro. Vivemos em uma realidade onde professores são contratados sem qualificação, treinamento, registro e com salários pouco atraentes”, aponta.</p>
<p>Há ainda os riscos de um mercado com apelo comercial muito forte que faz promessas infundadas sobre a aquisição de outra língua com o objetivo de vender cursos. “Há a combinação de uma educação carente nos ensinos Fundamental e Médio com profissionais e empresas despreparados no universo dos cursos livres. Esse quadro só vai melhorar quando a educação for valorizada e o ensino de inglês for reconhecido como ciência”, na opinião de Nobre.</p>
<p>Apesar dos entraves, os especialistas concordam que é possível aprender inglês dentro da escola regular. “A questão é como a aula será oferecida. O aluno não vai se interessar por uma aula tradicional, em que não é possível estabelecer relações entre ela e os usos da língua no cotidiano”, analisa Gretel. Com a formação deficiente ou sem tempo hábil disponível, o professor acaba preso ao modelo tradicional. A especialista aponta algumas boas iniciativas na rede pública dos estados de São Paulo, do Paraná e no Distrito Federal. O princípio é o mesmo: centros vinculados às escolas públicas ensinam idiomas estrangeiros gratuitamente para os alunos no contraturno.</p>
<p>Para amenizar o cenário no curto prazo, Gretel cita algumas medidas emergenciais: contratação de mais professores, ampliação da carga horária da disciplina, modificações na prova de língua estrangeira do Enem (como o aumento no número de perguntas e incorporação da oralidade) e mudanças nas aulas oferecidas no Ensino Médio. Além disso, desenvolver com os alunos atividades mais ligadas ao seu cotidiano como análise de filmes e pesquisas sobre assuntos que os interessam pode auxiliar o processo de aprendizagem. “Os alunos conseguem compreender melhor aquilo que estão lendo ou vendo quando possuem interesse no assunto”, diz a consultora Renata Quirino, que também aposta em uma metodologia que leve em conta não somente a língua, mas também a cultura e identidade de seus povos falantes.</p>
<p><em>* Publicado originalmente no site <a href="http://www.cartacapital.com.br/educacao/nacao-monoglota" target="_blank">Carta Capital</a>.</em></p>
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		<title>Delegação brasileira conquista 9 prêmios na feira mundial de ciências e engenharia</title>
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		<pubDate>Fri, 24 May 2013 13:50:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>juliana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[feira mundial de ciências e engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[premiação]]></category>

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		<description><![CDATA[Os estudantes competiram por mais de US $ 4 milhões em prêmios e foram julgados pela sua capacidade criativa e pensamento científico, rigor, competência e clareza mostrada em seus projetos. &#160; Nas cerimônias de premiação da Intel ISEF (International Science and Engineering Fair), nomeadas “Special Awards Ceremony” e “Grand Awards Ceremony”, 10 estudantes brasileiros marcam [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Os estudantes competiram por mais de US $ 4 milhões em prêmios e foram julgados pela sua capacidade criativa e pensamento científico, rigor, competência e clareza mostrada em seus projetos.</em></p>
<p><a href="http://envolverde.com.br/portal/wp-content/uploads/2013/05/premiacao.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-88086" title="premiacao" src="http://envolverde.com.br/portal/wp-content/uploads/2013/05/premiacao.jpg" alt="premiacao Delegação brasileira conquista 9 prêmios na feira mundial de ciências e engenharia" width="500" height="333" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Nas cerimônias de premiação da Intel ISEF (International Science and Engineering Fair), nomeadas “Special Awards Ceremony” e “Grand Awards Ceremony”, 10 estudantes brasileiros marcam presença conquistando 9 prêmios e o primeiro lugar como a delegação com mais prêmios entre os países latino-americanos e o terceiro lugar no geral, ficando atrás somente dos Estados Unidos e do Canadá. Estes jovens cientistas fazem parte da Delegação Brasileira, composta por 32 estudantes, representando 21 projetos que foram finalistas das duas principais feiras nacionais – FEBRACE (São Paulo, SP) e MOSTRATEC (Novo Hamburgo, RS), e da Escola Americana de Campinas.</p>
<p>A Intel ISEF (Internacional Science and Engineering Fair) faz parte de um programa da Society for Science &amp; the Public e da Intel Foundation (<a href="http://www.societyforscience.org/" target="_blank">http://www.societyforscience.org/</a>),</p>
<p>A Intel ISEF é uma Feira Internacional de Ciências e Engenharia realizada anualmente em maio, nos EUA. Para participar, o estudante precisa ser indicado por meio de uma das feiras nacionais credenciadas ao redor do mundo. Desde 1950, um Estado norte-americano diferente hospeda a feira. Neste ano, a 64a. edição da feira foi em Phoenix, no Arizona, 12 a 17 de maio, e reuniu mais de 1.500 estudantes de 70 países.</p>
<p>Para recebê-los a organização da Intel ISEF conta com uma estrutura que envolve cerca de 500 voluntários, 150 intérpretes e ainda 900 avaliadores – todos com titulação de Ph.D.s ou equivalente – para julgar os melhores projetos</p>
<p>Conheça os estudantes brasileiros vencedores da Grand Awards Ceremony (17/05/13):</p>
<p><strong>Túlio Vinicius Andrade Souza (17)</strong><br />
Grupo Gênese de Ensino, Recife &#8211; PE<br />
Projeto: Educação física escolar: soluções pedagógicas para as principais dificuldades encontradas pelos professores da educação básica</p>
<p>Terceiro lugar em Ciências Sociais e Comportamentais &#8211; prêmio de US$1.000<br />
* finalista pela FEBRACE</p>
<p><strong>Nayrob Pereira (17)</strong><br />
Escola Estadual Alberto Torres, São Paulo &#8211; SP<br />
Projeto: Uma nova função da neurotoxina TsTXK-beta (Ts8) no veneno do escorpião Tityus serrulatus<br />
Quarto lugar em Bioquímica &#8211; prêmio de US$500<br />
* finalista pela FEBRACE<br />
* bolsista (ICJ) do CNPq pelo Instituto Butantan</p>
<p><strong>Gabriel Tiago Galdino (17)</strong><br />
Escola Estadual José Maria Hugo Rodrigues, Campo Grande &#8211; MS<br />
Projeto: Síntese de sais surfactantes a partir do líquido da castanha de caju utilizados no combate à dengue<br />
Terceiro lugar em Química &#8211; prêmio de US$1.000<br />
* finalista pela FEBRACE<br />
* bolsista (ICJ) do CNPq pela FEBRACE 2013</p>
<p><strong>Salvador Alvarado (16)</strong><br />
Escola Americana De Campinas, Campinas &#8211; SP<br />
Projeto: Substituição de Polímeros Super Absorventes em Fraldas Descartáveis por Bagaço de Cana-de-açúcar<br />
Terceiro lugar em Gestão Ambiental &#8211; prêmio de US$1.000<br />
* finalista pela Escola America de Campinas</p>
<p><strong>Agatha Lottermann Selbach (19) e Desireé de Böer Velho (19)</strong><br />
Fundação Escola Técnica Liberato Salzano Vieira da Cunha, Novo Hamburgo – RS<br />
Projeto: Utilização da Pseudomonas stutzeri na redução do teor de cloretos da água<br />
Quarto lugar em Gestão Ambiental &#8211; prêmio de US$500<br />
* finalista pela FEBRACE</p>
<p><strong>Cristopher Mateus Carvalho (16) , Jaqueline Campos Costa (16) e Julia Maria Resende Ferreira (15)</strong><br />
Escola Estadual Manoel Antonio de Sousa, Mateus Leme &#8211; MG<br />
Projeto: Atividade Biológica e abordagem fitoquímica da planta medicinal ARRABIDAEA CHICA<br />
Terceiro lugar Botânica &#8211; prêmio de US$1.000<br />
* finalista pela Mostratec<br />
* bolsista (ICJ) do CNPq pela FEBRACE 2012</p>
<p><strong>Special Awards Ceremony (16/05/13)</strong></p>
<p><strong>Laura Rudella Tonidandel (16)</strong><br />
Colégio Dante Alighieri, São Paulo &#8211; SP<br />
Projeto: Modificação da capacidade tronco das células mesenquimais humanas &#8211; a relação entre a positividade da Beta-Catenina com a proliferação e especialização celular<br />
Prêmio: Universidade Estadual do Arizona (ASU) (Bolsa de Estudos da ASU renovável por até 4 anos e prêmio de US$ 2.500 para condução de pesquisa em Laboratório na Universidade)<br />
* finalista pela FEBRACE<br />
* bolsista (ICJ) do CNPq pela MOP 2012</p>
<p><strong>Nayrob Pereira (17)</strong><br />
Escola Estadual Alberto Torres, São Paulo &#8211; SP<br />
Projeto: Uma nova função da neurotoxina TsTXK-beta (Ts8) no veneno do escorpião Tityus serrulatus<br />
Primeiro Lugar em Patent and Trademark Office Society prêmio de US$250<br />
* finalista pela FEBRACE<br />
* bolsista (ICJ) do CNPq pelo Instituto Butantan</p>
<p><strong>Gabriel Tiago Galdino (17)</strong><br />
Escola Estadual José Maria Hugo Rodrigues, Campo Grande &#8211; MS<br />
Projeto: Síntese de sais surfactantes a partir do líquido da castanha de caju utilizados no combate à dengue<br />
Segundo Lugar em Patent and Trademark Office Society prêmio de US$150<br />
* finalista pela FEBRACE<br />
* bolsista (ICJ) do CNPq pela FEBRACE 2013</p>
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		<title>Sistema de irrigação movido a energia solar é criado para agricultores de baixa renda</title>
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		<pubDate>Fri, 24 May 2013 13:45:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>talita</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[agricultores]]></category>
		<category><![CDATA[irrigação]]></category>

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		<description><![CDATA[Um sistema de irrigação movido a energia solar foi criado pela International Development Enterprises (iDE) e deverá chegar em breve ao mercado internacional, com preços acessíveis. A solução sustentável foi desenvolvida para agricultores de subsistência, mas poderá ser usada por todos os proprietários de plantações, uma vez que o dispositivo dispensa o uso de combustíveis [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_88037" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://envolverde.com.br/portal/wp-content/uploads/2013/05/n512.jpg"><img class="size-medium wp-image-88037" title="n5" src="http://envolverde.com.br/portal/wp-content/uploads/2013/05/n512-300x225.jpg" alt="n512 300x225 Sistema de irrigação movido a energia solar é criado para agricultores de baixa renda" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">O sistema de irrigação é uma alternativa mais barata para atender os agricultores de regiões secas, como desertos e sertões.</p></div>
<p>Um sistema de irrigação movido a energia solar foi criado pela International Development Enterprises (iDE) e deverá chegar em breve ao mercado internacional, com preços acessíveis. A solução sustentável foi desenvolvida para agricultores de subsistência, mas poderá ser usada por todos os proprietários de plantações, uma vez que o dispositivo dispensa o uso de combustíveis ou eletricidade para funcionar, reduzindo gastos.</p>
<p>Nomeado SunWater, o sistema de irrigação é uma alternativa mais barata para atender os agricultores de regiões secas, como desertos e sertões. Nestes locais, a maior parte da atividade agrícola é de subsistência, e a escassez da água gera vários problemas, diminuindo a produção das culturas e prejudicando a atividade pecuária – o que causa impactos diretos na renda das famílias que dependem da terra para sobreviver.</p>
<p>Além de eliminar o uso de combustíveis fósseis, que têm preços altos e poluem o ar com altos níveis de CO2 e gases tóxicos, o SunWater não precisa da energia disponível na rede elétrica – que nem sempre está ao alcance das populações que sobrevivem da produção agrícola. Além disso, o equipamento ajuda a popularizar os sistemas de geração fotovoltaica nas áreas rurais.</p>
<p>Como o SunWater é movido pela energia do sol, o agricultor não terá custos de combustível e o uso do equipamento não será cobrado na conta de luz. Segundo o Inhabitat, cada exemplar do SunWater vai custar R$ 5.856, incluindo a perfuração do poço, o sistema de armazenamento da água e a própria bomba, que rega a plantação. O produto ainda passa por testes, mas já está em fase de captação de recursos.</p>
<p><em>* Com informações do Inhabitat.</em></p>
<p><em>** Publicado originalmente no site <a href="http://ciclovivo.com.br/noticia/sistema-de-irrigacao-movido-a-energia-solar-e-criado-para-agricultores-de-baixa-renda" target="_blank">CicloVivo</a>.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Provas da Olimpíada Brasileira de Matemática são antecipadas por causa do Enem</title>
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		<pubDate>Fri, 24 May 2013 13:38:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>juliana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Enem]]></category>
		<category><![CDATA[Olimpíada Brasileira de Matemática]]></category>
		<category><![CDATA[provas]]></category>

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		<description><![CDATA[Brasília – As datas das provas da última fase da 35ª Olimpíada Brasileira de Matemática foram remarcadas para os dias 19 e 20 de outubro. Antes, os exames ocorreriam nos dias 26 e 27 de outubro. A antecipação foi feita porque as datas coincidiam com a aplicação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). As [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: 13px;"><a href="http://envolverde.com.br/portal/wp-content/uploads/2013/05/matematica.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-88029" title="matematica" src="http://envolverde.com.br/portal/wp-content/uploads/2013/05/matematica-300x198.jpg" alt="matematica 300x198 Provas da Olimpíada Brasileira de Matemática são antecipadas por causa do Enem" width="300" height="198" /></a></span></p>
<p>Brasília – As datas das provas da última fase da 35ª Olimpíada Brasileira de Matemática foram remarcadas para os dias 19 e 20 de outubro. Antes, os exames ocorreriam nos dias 26 e 27 de outubro. A antecipação foi feita porque as datas coincidiam com a aplicação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). As demais datas permanecem inalteradas.</p>
<p>A olimpíada tem a participação de estudantes de escolas públicas e privadas. São estudantes do ensinos fundamental &#8211; a partir do 6º ano -, do médio e universitário. Exame semelhante é a Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas, que inscreve apenas alunos de escolas públicas.</p>
<p>A prova da primeira fase da olimpíada de matemática será aplicada no dia 15 de junho. A segunda será no dia 21 de setembro e a terceira, e última fase, ocorre nos dias 19 e 20 de outubro, em locais a serem definidos. A divulgação dos resultados acontecerá em dezembro.</p>
<p>Os vencedores receberão medalhas de ouro, prata e bronze, além de certificados de menção honrosa. Os medalhistas serão convidados a participar da 17ª Semana Olímpica, em janeiro de 2014, quando poderão ser escolhidos para representar o Brasil em diversas competições internacionais de matemática.</p>
<p><em>* Edição: Beto Coura.</em></p>
<p><em>** Publicado originalmente no site <a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-05-23/provas-da-olimpiada-brasileira-da-matematica-sao-antecipadas-por-causa-do-enem" target="_blank">Agência Brasil</a>.</em></p>
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