Envolverde Jornalismo & Sustentabilidade 2012-02-22T13:41:30Z http://envolverde.com.br/feed/atom/ WordPress larissa http://www.envolverde.com.br <![CDATA[As pedras no caminho da RIO+20]]> http://envolverde.com.br/?p=43134 2012-02-22T13:39:58Z 2012-02-22T13:34:08Z rico e pobre 300x267 As pedras no caminho da RIO+20“Um bilhão de pessoas estão na miséria plena. É a tragédia da civilização”. A frase é do professor e economista Ladislau Dawbor, dita nesta terça-feira (14/02) em palestra na reunião do Comitê Paulista para a Rio+20. Segundo ele, o grau de desigualdade no mundo está atingindo limites insuportáveis. “É o saco cheio planetário”.

Mas, para o professor Dawbor, a extrema desigualdade não está acontecendo por falta de recursos do Planeta. A produção atual de grãos, diz ele, abasteceria com 800 gramas diárias cada habitante da Terra. Apesar disso, morrem de fome 10 a 11 milhões de crianças por ano.

“Se a gente dividir o PIB mundial, que contabiliza US$ 60 trilhões, pelas 7 bilhões de pessoas teríamos uma renda per capita de mais de US$ 8 mil”. Com tanto esfomeado no mundo, esse dinheiro está na mão de quem? Para o professor Dawbor, está nas mãos das organizações econômicas globais.

O gráfico do desempenho da economia nos últimos trinta anos, segundo o professor Dowbor, tem quatro grandes linhas: a dos salários, que permaneceu estável, a da produtividade, que cresceu a 30 graus, mais ou menos, a dos lucros, que empinou pelo menos 60 graus e a dos lucros financeiros, que disparou na vertical.

O professor Dowbor cita um exemplo de lucro do mercado financeiro: “Vocês viram o lucro do Itaú em 2011? Superou o orçamento do programa bolsa família”. Em seguida, dá uma aula de como o dinheiro se multiplica na ciranda financeira internacional com um exemplo cristalino: o Lehman Brothers tinha uma alavancagem de 36 para 1, Isto é, para cada dólar que ele tinha, ele emprestou 36.

O pior é que os governos são os intermediários dessa tragédia. “Vou explicar para vocês rapidamente o que está acontecendo na Europa, agora. O Banco Central Europeu repassou dinheiro para os bancos a 1% de juros, para que eles não quebrassem, e agora os bancos estão emprestando esse dinheiro para a Espanha a 6%. Grande negócio”, observa Dowbor.

Citando dados do estudo “Rede do poder das corporações mundiais”, realizado pelo Instituto ETH, da Suíça, o professor alerta para a questão da governança mundial. Atualmente 737 grupos econômicos controlam 80% do PIB global. O núcleo desse poder está nas mãos de 147 grupos, com 40% de toda riqueza produzida. E um agravante, 75% desses 147 concentram seus recursos no mercado financeiro.

Outro ponto de estrangulamento para a sustentabilidade do Planeta, de acordo com o economista da PUC, é a questão da democratização do conhecimento. Para dar uma idéia do peso da tecnologia na economia atual, ele estima que pelo menos 95% do preço de um celular de última geração correspondem ao valor do conhecimento. A mão de obra e o material empregado ficam com os 5% restantes. Para a sustentabilidade, essa é uma questão vital, diz ele. Em sua opinião, é preciso que as tecnologias limpas sejam livres de patentes, ou não será possível chegar a uma economia verde, como querem os organizadores da Rio+20.

Por fim, as crises econômica e ambiental globais, na opinião de Ladislau Dowbor, exigirão o fortalecimento do poder local. Uma coisa que já vem acontecendo em muitas cidades do mundo. Na Espanha, algumas já voltaram a utilizar as pesetas, o antigo dinheiro nacional, no comércio local, como forma de fugir da crise do Euro. A prática tende a expandir e já se calcula que pelo menos 1,7 bilhão de euros pode voltar a circular em pesetas, no país.

Para o professor, há fortes bases políticas para o fortalecimento dos governos locais, abrindo um espaço colaborativo na sociedade. Ele acredita que cada vez mais será necessário que as comunidades decidam sobre a forma como serão geridos os recursos naturais locais. Passa por aí a solução de dilemas como o de Belo Monte, ou como o desmatamento da Amazônia, que é provocado pelo tripé da exploração madeireira, agrícola e pecuária, controlada por grandes grupos econômicos mundiais.

Para a perspectiva da Rio+20, uma Conferência que estabelece como foco a sustentabilidade ambiental e a inclusão social, a palestra de Dowbor representa o caminho das pedras. Seu raciocínio leva a conclusão de que será preciso: (1) promover a distribuição de riquezas, (2) estabelecer uma nova governança global, (3) regular o mercado financeiro, (4) democratizar o conhecimento e (5) fortalecer do poder local, para que a nossa civilização se salve de uma catástrofe.

Um detalhe: o professor Dowbor não é um grande otimista quando fala das perspectivas dos acordos globais capitaneados pela ONU. Para ele, a partir do fortalecimento do poder local, é mais fácil chegar a um acordo direto entre nações, ou grupos de nações, do que esperar um consenso global. A partir dessa ótica, o que esperar da Rio+20?

* Celso Dobes Bacarji é jornalista e atua na área ambiental.

** Publicado originalmente no site Carbono Brasil.

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larissa http://www.envolverde.com.br <![CDATA[Recado]]> http://envolverde.com.br/?p=43145 2012-02-22T13:31:40Z 2012-02-22T13:31:40Z Confiram as notícias de hoje, 22/02, quarta-feira pós-Carnaval.

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talita http://www.envolverde.com.br <![CDATA[Assistência a refugiados sírios]]> http://envolverde.com.br/?p=43136 2012-02-22T13:24:03Z 2012-02-22T13:24:03Z 27 150x150 Assistência a refugiados síriosAmã (Wam) – A Autoridade do Crescente Vermelho dos Emirados Árabes Unidos enviará, hoje (22), um comboio com alimentos, abrigos e medicamentos aos refugiados sírios estacionados na Jordânia. A ajuda faz parte dos esforços da organização para aliviar o sofrimento de 78 mil pessoas em situação de risco, cifra que pode aumentar nos próximos dias. O Crescente Vermelho trabalha em parceria com organizações jordanianas. Uma equipe, liderada por Hamad Saif Al Shamsi, reuniu-se com autoridades humanitárias da Jordânia para coordenar os mecanismos de assistência de emergência para áreas ainda não cobertas por outras agências. (Envolverde)

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talita http://www.envolverde.com.br <![CDATA[Compromisso com a estabilidade mundial]]> http://envolverde.com.br/?p=43130 2012-02-22T13:19:41Z 2012-02-22T13:19:41Z 26 150x150 Compromisso com a estabilidade mundialDoha (Wam) – “Os Emirados Árabes Unidos estão comprometidos com a manutenção da estabilidade do mercado petrolífero mundial”, disse o ministro de Estado para Assuntos Exteriores, Anwar Mohammad Gargash. O funcionário acentuou, no entanto, que isso só será possível por meio de políticas e associações comerciais estáveis e um equilíbrio entre a demanda e a oferta. “Essa estabilidade é também obtida por meio de mais investimentos no setor, de forma a se criar um equilíbrio de longo prazo”, afirmou Gargash ao participar de um simpósio sobre energia em Doha. Acrescentou que o seu país, diante da demanda, adotou uma estratégia para diversificar a sua combinação energética, com a criação, por exemplo, da Corporação de Energia Nuclear dos Emirados. (Envolverde)

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talita http://www.envolverde.com.br <![CDATA[Banquete na embaixada do Kuwait]]> http://envolverde.com.br/?p=43121 2012-02-22T13:13:18Z 2012-02-22T13:13:18Z 251 150x150 Banquete na embaixada do KuwaitAbu Dhabi (Wam) – O ministro de Educação Superior e Pesquisa Científica dos Emirados Árabes Unidos, xeque Nahyan bin Mubarak Al Nahyan, participou de um banquete organizado pelo embaixador do Kuwait, Salah Mohammad Al Beaijan, para comemorar o dia nacional desse país. Estiveram também presentes a ministra de Comércio Exterior, xequesa Lubna bint Khalid Al Qasimi, o xeque Shakhbout bin Nahyan bin Mubarak Al Nahyan, o ministro de Energia, Mohammed bin Dhaen Al Hameli, o presidente do Conselho Consultivo Nacional, Abdullah Al Masoud, funcionários da chancelaria e um sem número de diplomatas. (Envolverde)

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larissa http://www.envolverde.com.br <![CDATA[A diferença entre trabalhar e enriquecer]]> http://envolverde.com.br/?p=43123 2012-02-22T13:13:12Z 2012-02-22T13:13:12Z timthumb5 A diferença entre trabalhar e enriquecer

Franquias são uma boa opção para aqueles que querem autonomia

É por altruísmo ou caridade que dedicamos nove, dez ou mais horas por dia para enriquecer os donos ou acionistas da empresa para a qual trabalhamos?

Em artigo recente escrito no jornal Folha de São Paulo, o consultor financeiro Gustavo Cerbasi dá destaque ao conflito interno que vive todo ser humano que produz: trabalhar ou enriquecer? Mestre em Administração e Finanças e autor do livro Casais inteligentes enriquecem juntos, ele faz uma reflexão em seu texto que incomodaria, pelo menos, a metade dos trabalhadores brasileiros.

Cerbasi questiona se seria por altruísmo ou caridade que dedicamos nove, dez ou mais horas por dia para, simplesmente, enriquecer os donos ou acionistas da empresa para a qual trabalhamos. Entre as receitas para se conquistar alguma independência, ele recomenda um hábito pouco usual entre nós e que dá mais certo em outras culturas: que se poupe parte do que se ganha – acumulando capital – para que, no futuro se tenha capital suficiente para viver de renda ou, quem sabe, investir esse capital em um negócio próprio. Para ele, quem opta por receber salário ou – como Cerbasi prefere – indenização, está praticando uma autossabotagem, condenado a si próprio à irrisória aposentadoria de nossa previdência social.

Não cabe aqui dar uma receita de bolo para transformar em renda o que o consultor chama de “indenização” por dedicar a maior parte de seu tempo, suor, inteligência e experiência para gerar riqueza para os outros. Não é intenção também empurrar quem quer que seja para o empreendedorismo até porque, num país como o nosso e numa economia mundial como a nossa, isso pode significar uma grande aventura. Mas é sempre bom lembrar, por exemplo, que o universo das franquias tem feito alguns empresários satisfeitos, principalmente no setor de alimentos, o que mais cresce neste modelo de negócio – cerca de 17% do total dos segmentos do franchising. Essa expansão se deve à abertura de novos shopping centers, que começam a dar preferência por lojas franqueadas. Em São Paulo 60% das lojas em shoppings são franquias.

Em média, o futuro franqueado deve ter, pelo menos, R$ 150 mil para se lançar no projeto. Para ter uma franquia do Rei do Pretzel, por exemplo, este é o valor do investimento inicial. Depois virá uma taxa de franquia, no valor de R$ 25 mil e uma reserva do faturamento mensal de 5% para royalties e outros 3% para publicidade. Em contrapartida, a empresa estima um faturamento bruto de R$ 40 mil, lucro líquido entre 25% e 30% do faturamento e retorno entre 24 e 36 meses.

A autossabotagem e a escravidão

Para quem não tiver a menor intenção de correr riscos e preferir permanecer como funcionário ou um alto executivo, por exemplo, o instinto de autossabotagem – apontado por Cerbasi – permanece. Em entrevista ao Opinião e Notícia, ele avalia que os executivos com bons salários recebem mais, teoricamente, porque são mais bem preparados para garantir resultados às empresas. “Não deixam, porém, de praticar a autossabotagem, quando se deslumbram com um padrão de vida mantido principalmente por benefícios oferecidos pelas empresas e subestimam a necessidade de renda obtida por seus próprios meios para garantir a aposentadoria. A maioria dos trabalhadores conta com o INSS para garantir parte do estilo de vida que levava durante a fase produtiva. Já os executivos têm que, necessariamente, criar seus próprios meios de renda para não sofrer perdas significativas” alerta.

O consultor recomenda o investimento de tempo em educação, a montagem de um plano de negócios e o estudo de seu futuro mercado para quem pretende se tornar empresário: “Preparando-se bem, será possível diminuir bastante os riscos típicos dos negócios e garantir bons ganhos. Uma franquia nada mais é do que uma forma de simplificar esse planejamento inicial, pois o negócio começa com uma marca instituída e, geralmente, com um planejamento pré-definido por especialistas. Porém, a conveniência cobra um preço: nas franquias, uma parte nada desprezível do lucro fica para os donos da marca, para pagar justamente essa proteção contra riscos”.

Cerbasi refuta o termo “escravidão” para aquilo que chamam de trabalho moderno, uma vez que trata-se de uma escolha do trabalhador e não de imposição. “Mas se existe algo digno de alforria seria o que é imposto pela desigualdade de acesso ao conhecimento, e não por existir uma relação subjugada entre trabalho e capital”, avalia. “Quem tem riqueza põe essa riqueza para trabalhar e multiplicar seu capital, convidando aqueles que não têm capital para ajudá-lo nesse objetivo de multiplicar riquezas. Em troca, oferece parte da riqueza gerada, na forma de salário. É a mais franca tradução do que é o capitalismo”, conclui.

* Publicado originalmente no site Opinião e Notícia.

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talita http://www.envolverde.com.br <![CDATA[Energia marinha]]> http://envolverde.com.br/?p=43116 2012-02-22T13:04:16Z 2012-02-22T13:04:16Z Relatório do Comitê de Energia e Mudanças Climáticas do parlamento britânico concluiu que o país precisa manter sua posição de liderança no desenvolvimento de fontes marinhas de energia e também estabelecer metas de produção para além de 2020. Sete dos oito projetos experimentais de produção de energia por meio de ondas e marés estão instalados na Grã Bretanha. (Envolverde)

 

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larissa http://www.envolverde.com.br <![CDATA[A grande contradição brasileira]]> http://envolverde.com.br/?p=43107 2012-02-22T13:02:50Z 2012-02-22T13:02:50Z economia e meioa ambiente1 300x225 A grande contradição brasileiraMais e mais cresce a convicção, inclusive entre os economistas seja do stablisment seja da linha neokeynesiana, de que nos acercamos perigosamente dos limites físicos da Terra. Mesmo utilizando novas tecnologias, dificilmente poderemos levar avante o projeto do crescimento sem limites. A Terra não aguenta mais e somos forçados a trocar de rumo.

Economistas como Ladislau Dowbor entre nós, Ignace Sachs, Joan Alier, Herman Daly, Tim Jack e Peter Victor e bem antes Georgescu-Roegen incorporam organicamente o momento ecológico no processo produtivo. Especialmente o inglês T. Jack se celebrizou pelo livro “Prosperidade sem crescimento”(2009) e o canadense P. Victor pelo “Managing sem crescimento”(2008). Ambos mostraram que o aumento da dívida para financiar o consumo privado e público (é o caso atual nos países ricos), exigindo mais energia e uso maior de bens e serviços naturais não é de modo algum sustentável.

Os Prêmios Nobel como P. Krugman e J. Stiglitz, porque não incluem explicitamente em suas análises os limites da Terra, caem na armadilha de propor como saída para a crise atual um maior gasto público no pressuposto de que este produzirá crescimento econômico e maior consumo com os quais se pagarão mais à frente as astronômicas dívidas privadas e públicas. Já dissemos à saciedade, que um planeta finito não suporta um projeto desta natureza que pressupõe a infinitude dos bens e serviços. Esse dado já é assegurado.

O que Jack e Victor propõem é uma “prosperidade sem crescimento”. Nos países desenvolvidos o crescimento atingido já é suficiente para permitir o desabrochar das potencialidades humanas, nos limites possíveis do planeta. Então chega de crescimento. O que se pode pretender é a “prosperidade” que significa mais qualidade de vida, de educação, de saúde, de cultura ecológica, de espiritualidade etc. Essa solução é racional mas pode provocar grande desemprego, problema que eles resolvem mal, apelando para uma renda universal básica e uma diminuição de horas de trabalho. Não haverá nenhuma solução sem um prévio acerto de como vamos nos relacionar com a Terra, amigavelmente, e definir os padrões de consumo para que todos tenham o suficiente e o decente.

Para os países pobres e emergentes se inverte a equação. Precisa-se de “crescimento com prosperidade”. O crescimento é necessário para atender as demandas mínimas dos que estão na pobreza, na miséria e na exclusão social. É uma questão de justiça: assegurar a quantidade de bens e serviços indispensáveis. Mas simultaneamente deve-se visar a prosperidade que tem a ver com a qualidade do crescimento. Há o risco real de que sejam vítimas da lógica do sistema que incita a consumir mais e mais, especialmente bens supérfluos. Então acabam agravando os limites da Terra, coisa que se quer exatamente evitar. Estamos em face de um angustiante círculo vicioso que não sabemos como fazê-lo virtuoso sem prejudicar a sustentabilidade da Terra viva.

A contradição vivida pelo Brasil é esta: urge crescer para realizar o que o governo petista fez: garantir os mínimos para que milhões pudessem comer e, por políticas sociais, serem inseridos na sociedade. Para as classes já atendidas, precisa-se cobrar menos crescimento e mais prosperidade: melhorar a qualidade do bem viver, da educação, das relações sociais menos desiguais e mais solidariedade a partir dos últimos. Mas quem vai convencê-los se são violentamente cooptados pela propaganda que os incita ao consumo? Ocorre que até agora os governos apenas fizeram políticas distributivas: repartiram desigualmente os recursos públicos. Primeiro garantem-se 140 bilhões de reais para o sistema financeiro a fim de pagar a dívida pública, depois para os grandes projetos e somente cerca de 60 bilhões para as imensas maiorias que só agora estão ascendendo. Todos ganham, mas de forma desigual. Tratar de forma desigual a iguais é grande injustiça. Nunca houve políticas redistributivas: tirar dos ricos (por meios legais) e repassar aos que mais precisam. Haveria equidade.

O mais grave é que com a obsessão do crescimento estamos minando a vitalidade da Terra. Precisamos de um crescimento mas com uma nova consciência ecológica que nos liberte da escravidão do produtivismo e do consumismo. Esse é o grande desafio para enfrentar a incômoda contradição brasileira.

* Leonardo Boff escreveu Sustentabilidade: o que é e o que não é, Vozes, Petrópolis 2012.

** Publicado originalmente no site Adital.

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talita http://www.envolverde.com.br <![CDATA[Contaminação]]> http://envolverde.com.br/?p=43114 2012-02-22T13:02:02Z 2012-02-22T13:02:02Z Mulheres caribenhas que vivem nos Estados Unidos apresentam elevados níveis de mercúrio na urina por causa da ingestão de peixes de grande porte. A constatação é de uma pesquisa realizada pela Faculdade de Saúde Pública de Suny Downstate entre mulheres grávidas e os respectivos fetos. A substância, acima dos limites recomendados, pode causar danos cognitivos graves nos recém nascidos. (Envolverde)

 

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talita http://www.envolverde.com.br <![CDATA[Cidades sustentáveis]]> http://envolverde.com.br/?p=43111 2012-02-22T12:59:01Z 2012-02-22T12:59:01Z O Ministério do Meio Ambiente vai premiar boas práticas ambientais de municípios com experiências bem sucedidas em sustentabilidade urbana. Essas cidades podem inscrever projetos até o dia 16 de março nas categorias: arquitetura, urbanização, paisagismo, infraestrutura ou recuperação de áreas degradadas. A premiação acontecerá em cerimônia marcada para 29 de março, em Brasília. Informações detalhadas podem ser obtidas pelos interessados no site do Ministério do Meio Ambiente – www.mma.gov.br. (Envolverde)

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