Mais de mil lideranças de governos sociedade civil organizada, academia e investidores sociais, 115 palestrantes, 60 mesas, paralelas e oficiais, nos mais diferentes formatos e temas: open space, palestras, debates, noite cultural, reuniões e arenas. Estes foram apenas alguns dos resultados alcançados pela sétima edição do Congresso GIFE de Investimento Social. O maior já realizado pelo GIFE.
Mais do que números, o Congresso mostrou que o investimento social não é insular, sendo imprescindível uma interlocução mais ampla com outros setores e com o mosaico de experiências aqui presentes, articulando as dimensões de relacionamento e conhecimento. Tal como disse a presidente do Conselho de Governança do GIFE, Denise Aguiar, durante o evento.
Segundo ela, a sétima edição do Congresso GIFE foi pautada pela visão de 10 anos para o setor do investimento social lançada na última edição, em 2010, no Rio de Janeiro. “Uma nova etapa para o GIFE, em que múltiplos olhares e demandas tencionam as práticas de investimento quanto ao seu planejamento, alcance, legitimidade, impacto, conteúdo e articulação com outros setores”.
Assim, o tema “Novas fronteiras do Investimento Social” centraliza essa preocupação, ao discutir novas perspectivas para questões já tradicionais, ao mesmo tempo em que reflete novos temas para os desafios atuais. “Exemplos disso são os movimentos para cidades sustentáveis, a Rio+20, o crescimento dos negócios sociais, investimentos na Amazônia e o legado social que esperamos que tragam os grandes eventos esportivos nos próximos anos”, argumentou a presidente do Conselho.
* Publicado originalmente no site do GIFE.
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