Argentina: Código de barras genético
Honduras: Limpeza nos bairros
Brasil: Construção sustentável
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ARGENTINA – Código de barras genético
Buenos Aires, 18 de junho de 2012 (Terramérica).- A Argentina obteve um rápido avanço na identificação genética de aves dentro do Projeto Internacional de Código de Barras da Vida, conhecido pela sigla em inglês Ibol.
“De mil espécies de aves existentes na Argentina já obtivemos a sequência do código de barras genético de quatro mil indivíduos correspondentes a 750 espécies”, disse ao Terramérica o cientista Pablo Tubaro.
Tubaro é diretor do Museu Argentino de Ciências Naturais Bernardino Rivadavia e coordena o projeto na Argentina, onde estão sendo registrados avanços também na identificação de peixes e aracnídeos.
O projeto global já identificou dois milhões de sequências de 200 mil espécies e pretende chegar a 2015 com cinco milhões de sequências de pelo menos 500 mil espécies. O objetivo final é incluir todo o universo de organismos vivos.
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HONDURAS – Limpeza nos bairros
Tegucigalpa, 18 de junho de 2012 (Terramérica).- Moradores de 39 colônias e bairros de Tegucigalpa desenvolvem o projeto Bairro Limpo, com trabalho de limpeza em córregos, valetas e ruas para evitar inundações e deslizamentos na próxima temporada de chuvas.
Lisandro Rosales, da Comissão Permanente de Contingências, disse ao Terramérica que diante da vulnerabilidade da capital hondurenha a participação da população é a melhor opção para enfrentar os riscos naturais.
As áreas definidas na primeira etapa são as que apresentam maiores danos na estação chuvosa.
Contudo, a iniciativa será levada a outras áreas da capital, que inundam com três horas seguidas de chuva, em boa parte pelo acúmulo de lixo que entope os bueiros.
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BRASIL – Construção sustentável
Rio de Janeiro, 18 de junho de 2012 (Terramérica).- A prefeitura do Rio de Janeiro decidiu estimular a construção sustentável oferecendo uma redução tributária de 50% aos projetos certificados.
A certificação Qualiverde concede pontuação segundo a avaliação de cada item, como teto verde, aquecimento solar e iluminação eficiente. Recebe o selo a construção que obtiver pelo menos 70% dos pontos.
Serão entregues dois selos: Qualiverde para construções com menos de cem pontos e Qualiverde Total para os que superarem essa cifra.
“Queremos alcançar o nível de países europeus, que têm até 15% de seus prédios construídos com esses padrões”, disse ao Terramérica o arquiteto Pedro Rolim, da Secretaria Municipal de Urbanismo do Rio de Janeiro.
Para entrar em vigência, o selo deve ser aprovado pela Câmara de Vereadores.
Artigo produzido para o Terramérica, projeto de comunicação dos Programas das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) e para o Desenvolvimento (Pnud), realizado pela Inter Press Service (IPS) e distribuído pela Agência Envolverde.
(Terramérica)
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