A bioeconomia amazônica como agenda propositiva

ODS 15

A bioeconomia amazônica como agenda propositiva

𝗽𝗼𝗿 𝗔𝗻𝗱𝗿é 𝗩𝗶𝗮𝗻𝗮, 𝗗𝗶𝗿𝗲𝘁𝗼𝗿 𝗧é𝗰𝗻𝗶𝗰𝗼 𝗱𝗼 𝗜𝗱𝗲𝘀𝗮𝗺 - A Amazônia está no centro do debate global sobre sustentabilidade, e a COP 30, que será sediada em Belém em novembro, representa uma das oportunidades para o Brasil demonstrar liderança e avanços concretos. No entanto, também corremos o risco de perder essa chance caso não consigamos apresentar soluções estruturais para os desafios da região e para o planeta.

Liderança climática brasileira diante do seu maior desafio

ODS 13

Liderança climática brasileira diante do seu maior desafio

𝗖𝗮𝗿𝗹𝗼𝘀 𝗡𝗼𝗯𝗿𝗲 𝗲 𝗔𝗻𝗱𝗿é 𝗙𝗲𝗿𝗿𝗲𝘁𝘁𝗶 - A Conferência no Azerbaijão não atingiu a escala global necessária para ampliar o apoio aos países em desenvolvimento de bilhões para trilhões de dólares, frustrando a expectativa de uma "COP do Financiamento". O Acordo estabeleceu um aporte climático de US$ 300 bilhões anuais para o período de 2026 a 2035, com o compromisso de ampliar o financiamento para US$ 1,3 trilhão até 2035, valor demandado pelo Brasil e demais países em desenvolvimento como base do acordo e que voltará a ser pleiteado na COP30.

Eventos extremos em 2024 reforçam a urgência por mais ambição em 2025

ODS 13

Eventos extremos em 2024 reforçam a urgência por mais ambição em 2025

O ano de 2024 ficou marcado por uma série de eventos climáticos extremos no Brasil e no exterior. No contexto do ano mais quente já registrado no planeta e que deve, pela primeira vez, superar o limite histórico de 1,5ºC de aquecimento, o País enfrentou impactos severos: enchentes devastadoras no Rio Grande do Sul, secas históricas nos rios do Pantanal e da Amazônia, além de incêndios recordes que atingiram diversos biomas, causando prejuízos sociais que afetaram diretamente a vida de milhões de brasileiros.

Emissão de CO2 por queimadas na Amazônia cresce 60%

ODS 15

Emissão de CO2 por queimadas na Amazônia cresce 60%

Os incêndios que queimaram 2,4 milhões de hectares na Amazônia entre junho e agosto de 2024 emitiram 31,5 milhões de toneladas de CO2 equivalente. É quase o que a Noruega emite por ano (32,5 milhões de toneladas de CO2 equivalente). Comparado com o mesmo período de 2023, o aumento das emissões foi de 60%. A estimativa foi feita pelo Ipam (Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia), instituição integrante do SEEG (Sistema de Estimativas de Emissões de Gases de Efeito Estufa).