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“Olho para os rios Tietê e Pinheiro e não os vejo doentes, veja a cidade doente”

Os sentimentos têm grande poder sobre nós, mas o que não sabemos é como essas emoções refletem no cuidado da nossa cidade. Para promover essa reflexão popular, é lançado no Dia Mundial da Água (22), o DETOX SP, um longa metragem com um novo olhar a respeito da nossa relação com as águas.

“Olho para os rios Tietê e Pinheiro e não os vejo doentes, veja a cidade doente”
ODS 13 — Ação Climática

“Olho para os rios Tietê e Pinheiro e não os vejo doentes, veja a cidade doente”Os sentimentos têm grande poder sobre nós, mas o que não sabemos é como essas emoções refletem no cuidado da nossa cidade. Para promover essa reflexão popular, é lançado no Dia Mundial da Água (22), o DETOX SP, um longa metragem com um novo olhar a respeito da nossa relação com as águas. O filme sugere uma mudança de pensamento em nós e consequentemente nos nossos rios e onde moramos. Além disso, traz problemas, discussões, soluções e projetos como o Museu da Água.

O projeto conta com a participação de grandes nomes como Sri Prem Baba, Líder Humanitário e Mestre Espiritual; Monja Cohen, Líder Budista;Stela Goldenstein, Diretora da ONG Águas Claras do Rio Pinheiros e José Bueno, Co-Criador da Iniciativa Rios e Ruas. Entre as opiniões presentes, José Bueno fala sobre como os rios são um espelho do ser humano. “Quem está doente não é o rio, somos nós. Eu olho para o Rio Pinheiros, Rio Tietê e não os vejo doentes, vejo a cidade doente, eu vejo pessoas doentes”, argumenta.

Produzido por Felipe Kurc e Rodolfo Amaral, o filme foi realizado por meio de financiamento coletivo e com apoio da empresa de purificadores de água Europa. A ideia é começar a conscientização para o assunto, sugerir uma mudança em nós e consequentemente nas nossas águas e nossas cidades. “Tudo aconteceu quando me mudei a um local com vista para o Rio Pinheiros e refleti sobre a situação da cidade com aquele rio poluído”,explica Amaral. “Queremos que o projeto continue em fluxo para que as pessoas criem consciência da importância da colaboração de cada um”, completa.

Já para Kurc, o longa metragem trouxe outra visão sobre o assunto para sua vida. “O processo de criação desse filme foi um grande aprendizado. Cada entrevistado me ensinava algo diferente, principalmente sobre como nós poluímos os nossos pensamentos, emoções e como isso reflete fora de nós. O rio é um exemplo com toda a sujeira e falta de fluxo”. (#Envolverde)

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